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SAÚDE

Acadêmicos de Enfermagem atendem grávidas do Pq. do Lago II

01 outubro 2014 - 07h20

Quando Genilda da Rosa Lopes teve o primeiro filho, faltava a experiência para lidar com alguns dos desafios que vinham com um bebê, como, por exemplo, amamentar. Hoje, com 28 anos e esperando o terceiro herdeiro, ela já tem experiência de sobra. Mas, assim como ela, várias outras jovens engravidam cedo e não sabem como cuidar do bebê da melhor maneira.

Contemplando esse público, uma equipe de acadêmicos do 8º semestre de Enfermagem da Unigran elaborou um projeto para atender as gestantes cadastradas no posto de saúde do Parque do Lado II. Sob a supervisão do professor Joselito de Araújo Menezes, os acadêmicos planejaram reuniões, temas e maneiras de atrair essas gestantes para o posto.

“Realizamos visitas domiciliares, entregando os convites personalizados. Nesse primeiro encontro foi discutido o aleitamento materno e a enfermeira vai dar continuidade toda terça-feira a esse trabalho, cada dia com um tema”, conta a acadêmica Edite Benites, 34, uma das responsáveis pelo projeto.

Ela já trabalha na área há 14 anos como técnica de Enfermagem e decidiu fazer o bacharel para ampliar seus conhecimentos. “Antes eu fazia sem saber o porquê, hoje eu faço sabendo a finalidade, o porquê eu estou fazendo”, conta.

Segundo o professor Joselito, o acadêmico vai para o estágio incentivado a se ver já como profissional, com responsabilidades e obrigações com o seu público. “Eu, enquanto docente, falo ‘vocês têm que se sentirem já enfermeiros’. Nessa reta final o mais importante é isso, eles saírem da unidade e notarem que deixaram a marca deles”, explica.

E isso tem dado certo. Para a enfermeira e supervisora de equipe Maria Agda Benites Gonçalves, todas as turmas que passaram pelo estágio naquele posto, deixaram algo para a comunidade. “Para cada grupo que vem eu passo as dificuldades que temos e eles ajudam, montam banners, deixam algum material para darmos palestra, enfim, deixam algo estruturado que passamos a seguir mesmo depois que eles saem”, conta.

Para ela, é importante que a empresa ou instituição que recebe o estagiário não o subestime. “Às vezes, eu vejo colegas que não valorizam o estagiário, por conta de ser uma pessoa a mais, ter que dispor um tempo para estar junto, mas eu não vejo dessa forma, vejo como uma troca mesmo. O aluno está ali com tudo fresco na cabeça, então rapidinho ele capta a ideia, vai atrás, sabe onde são as fontes de pesquisa, traz coisas novas, é muito enriquecedor para o nosso trabalho”, opina.


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