Já de algum tempo a produção de "A Fazenda" tem encontrado resistências dentro da própria Record. O programa, a cada temporada, vem perdendo interesse, e as tentativas feitas de terceirizar a sua produção ou a troca do Britto Junior pelo Roberto Justus, comprova-se até como lógica, não contribuíram em rigorosamente nada. É um caminhão sem freio na ladeira.
Como único consolo, se alguém achar que existe essa necessidade, é se afirmar que a edição atual, com toda certeza, será melhor que a próxima. Formatos dessa natureza vivem muito em função da qualidade dos seus participantes e de inovações que possam surpreender o público presente. É tudo que, ano a ano, "A Fazenda" não vem apresentando. Para acabar de vez só resta desligar os aparelhos.
Já disse e repito: é difícil saber quais motivos levaram o Justus a aceitar este desafio, mas encarar essa "Fazenda", do jeito que ela vai, caminha para ser a maior barca furada da sua vida. Lastimo por ele.
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