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COLUNA

Agricultura Familiar é tema da Semana Mundial da Alimentação

16 outubro 2006 - 12h35
O fortalecimento da agricultura familiar é o tema central da Semana Mundial da Alimentação 2006, que começa hoje e termina no próximo domingo. O tema foi proposto pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), ligado à Presidência da República.
Durante toda a semana, representantes da sociedade civil, ministérios, governos estaduais e administrações municipais de todo o país vão promover mais de 200 iniciativas relacionadas ao assunto. As atividades vão desde a apresentação de experiências bem-sucedidas a debates sobre Segurança Alimentar e Nutricional.
Em entrevista à Rádio Nacional, o representante do Consea, Adriano Martins, afirmou que, apesar de o Brasil ser um grande produtor de alimentos, uma parcela significativa da população ainda passa fome. Segundo ele, é preciso priorizar a agricultura familiar em vez do agronegócio, já que o último está voltado quase sempre para a exportação.
“É preciso falar da necessidade de reforma agrária, é necessário reverter, reorientar os investimentos, no sentido de que aquela agricultura que de fato gera alimento e gera emprego, que é a agricultura familiar, seja privilegiada em relação à agricultura do agronegócio”.
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, a agricultura familiar é responsável por 60% dos alimentos que chegam à mesa dos brasileiros: 84% da mandioca; 67% do feijão; 52% do leite; 49% do milho; 40% das aves e ovos; e 58% dos suínos.
O segmento produtivo rural representa 84% dos imóveis rurais do País, o que equivale a 4,2 milhões de propriedades nesse meio. Trabalham nesse setor sete de cada 10 trabalhadores do campo.
 
Fonte: Agricultura Familiar é tema da Semana Mundial da Alimentação
 
O fortalecimento da agricultura familiar é o tema central da Semana Mundial da Alimentação 2006, que começa hoje (16) e termina no próximo domingo (22). O tema foi proposto pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), ligado à Presidência da República.
Durante toda a semana, representantes da sociedade civil, ministérios, governos estaduais e administrações municipais de todo o país vão promover mais de 200 iniciativas relacionadas ao assunto. As atividades vão desde a apresentação de experiências bem-sucedidas a debates sobre Segurança Alimentar e Nutricional.
Em entrevista à Rádio Nacional, o representante do Consea, Adriano Martins, afirmou que, apesar de o Brasil ser um grande produtor de alimentos, uma parcela significativa da população ainda passa fome. Segundo ele, é preciso priorizar a agricultura familiar em vez do agronegócio, já que o último está voltado quase sempre para a exportação.
“É preciso falar da necessidade de reforma agrária, é necessário reverter, reorientar os investimentos, no sentido de que aquela agricultura que de fato gera alimento e gera emprego, que é a agricultura familiar, seja privilegiada em relação à agricultura do agronegócio”.
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, a agricultura familiar é responsável por 60% dos alimentos que chegam à mesa dos brasileiros: 84% da mandioca; 67% do feijão; 52% do leite; 49% do milho; 40% das aves e ovos; e 58% dos suínos.
O segmento produtivo rural representa 84% dos imóveis rurais do País, o que equivale a 4,2 milhões de propriedades nesse meio. Trabalham nesse setor sete de cada 10 trabalhadores do campo.
 

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