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Adriano Moretto

Vereador recebe crítica pública por trocar de partido

23 fevereiro 2016 - 06h24
Torcida - A noite de sábado foi bastante concorrida nas cadeiras do estádio Douradão. Deputados, vereadores e pretensos candidatos ao pleito municipal de outubro próximo compareceram ao local para acompanhar a partida entre Sete de Setembro e Corumbaense, que terminou com o triunfo por 2 a 0 da equipe visitante.

Rivais - Os prefeitos dos dois municípios envolvidos nas partidas também estiveram presentes no setor de cadeiras do estádio. Murilo Zauith (PSB) e Paulo Duarte (PT) prestigiaram o confronto e o chefe do Executivo corumbaense saiu com o sorriso no rosto após o apito final da partida, restando ao gestor douradense cumprimentá-lo pelo triunfo.

Campanha - Por falar em Murilo Zauith, o prefeito lança hoje, às 10h, no auditório da prefeitura, a campanha ‘Dourados agora é outra – 5 anos de desenvolvimento em paz’. A medida tem a intenção de mostrar os feitos de Zauith desde o início de seu mandato até os dias atuais.

Uragano - Murilo Zauith assumiu o município em 23 de fevereiro de 2011, ao vencer eleição extemporânea realizada em janeiro do mesmo ano, quatro meses após desencadeada a operação Uragano que colocou na prisão o prefeito na época, Ari Artuzi, seu vice, Carlinhos Cantor, presidente da Câmara, Sidlei Alves, outros vereadores, secretários e empresários.

De volta - O senador Delcídio do Amaral (PT), em liberdade desde a sexta-feira passada já trabalha nos bastidores para evitar a cassação de seu mandato. Segundo a Folha de São Paulo, o parlamentar disse a interlocutores que, caso se confirme o processo, levará ‘metade do Senado com ele’.

Licença - Delcídio foi preso em 25 de novembro acusado de atrapalhar as investigações da Polícia Federal no âmbito da Operação Lava-Jato e ainda conforme o jornal, após deixar o presídio Militar em Brasília, prepara o pedido de 120 dias de afastamento para trabalhar sua defesa na possível cassação de seu mandato, claro, recebendo seu salário e benefícios normalmente.

Acabou - Dívida de R$ 2 milhões contraída em 1995 pelo então prefeito de Dourados, Humberto Teixeira e que se transformou em um precatório de R$ 514 milhões por conta de juros abusivos ao longo de mais de 20 anos foi praticamente zerado. A medida livra agora o município de depositar mensalmente R$ 500 mil à Justiça como amortização de pagamento da dívida. O valor poderá ser investido em outras ações pontuais, como educação, infraestrutura e saúde.


Crítica - O diretório municipal do PT de Campo Grande emitiu nota criticando a postura do vereador Roberto Santos Durães, que aproveitou a janela eleitoral para deixar a sigla, mesmo sem rumo definido. Segundo o Partido dos Trabalhadores, o legislador valorizou ‘o personalismo em detrimento do partido’.

Suplente - Durães assumiu a vaga na Câmara da Capital em dezembro do ano passado após o afastamento da vereadora Thaís Helena (PT), que teve o mandato cassado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) por suspeita de compra de votos. Além da legisladora, Delei Pinheiro e Paulo Pedra também acabaram cassados.

Asqueroso - O vereador – agora ex-PT – é o mesmo que na semana passada dirigiu palavras duras ao secretário de Saúde de Campo Grande, Ivandro Fonseca, durante sessão da Câmara de Vereadores da Capital. Na ocasião, Durães chamou Fonseca de “asqueroso, seboso e analfabeto”.

Comentários, críticas e sugestões: adrianomoretto.oliveira@gmail.com

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