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COLUNA

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Adriano Moretto

Promotoria arquiva processo contra empresa pivô da Lama Asfáltica

05 maio 2016 - 06h26
Graça - O deputado federal João Grandão (PT) aproveitou seu pronunciamento na Assembleia Legislativa na sessão de ontem para alfinetar e fazer graça com a oposição à presidente Dilma Rousseff. Após falar sobre a sua presença no lançamento do plano safra da agricultura familiar em Brasília (DF) na segunda-feira, citou a existência no local, de aliados que não são tão aliados assim’, para depois começar a rir junto de outros parlamentares.

Selfie - A internet e o sinal contratados por clientes de telefonia celular em Dourados parece não funcionar tão bem quanto a utilizada pelos presos da PED (Penitenciária Estadual de Dourados). Na terça-feira à tarde, durante princípio de motim numa das celas, os internos fizeram uma ‘selfie’ da bagunça e encaminharam à reportagem do Dourados News.

Coletiva - O caso de um suposto estupro contra acadêmica ocorrido no mês passado em Dourados foi finalizado e deve ser apresentado hoje pela delegada Paula dos Santos Ribeiro Oruê, titular da Delegacia da Mulher no município. Uma coletiva está prevista para ocorrer às 15h no local, onde serão passados todos os detalhes sobre o fato, que resultou em grande mobilização da comunidade acadêmica.



Arquivado - O Ministério Público Estadual arquivou procedimento preparatório que apurava eventual ato de improbidade administrativa em relação a empresa Proteco Construções Ltda, de propriedade João Amorim, envolvido em escândalos recentes dentro da Operação Lama Asfáltica, desencadeado pela Polícia Federal em Mato Grosso do Sul no ano passado.

Arquivado 2 - O MPE tinha como intenção no processo, saber sobre um possível nome de ‘laranja’ designado pela empresa na tentativa de justificar obras realizadas no passado no valor de R$ 3 milhões e executadas nos municípios de Dourados, Figueirão, Costa Rica, Maracaju e São Gabriel do Oeste. Porém, segundo a promotoria, não foi constatado indícios da existência de irregularidades.

Bagunça - Virou bagunça o processo que pode resultar na cassação, ou não, do mandato do senador Delcídio do Amaral (sem partido MS) por quebra de decoro parlamentar. Um dia após votação favorável pela recomendação de sua saída, o sul-mato-grossense pediu 100 dias de afastamento de sua função.

Jogada - Delcídio já declarou que indicaria favorável ao impeachment de Dilma Rousseff, porém, caso aprovada a sua cassação, a presidente poderia ganhar importante voto pela sua permanência, já que, com a saída do senador, assumiria o cargo o primeiro suplente, Pedro Chaves, pessoa bastante ligada a José Carlos Bumlai, amigo pessoal do ex-presidente Lula e preso na Operação Lava Jato. Após Chaves, a segunda suplência é da mulher do ex-prefeito de Dourados e ex-deputado estadual, Zonir Tetila (PT).

Trabalho - Os hospitais da rede privada de Dourados poderão ter que disponibilizar equipes de plantões obstétricos presenciais por conta de recomendação feita pelo Ministério Público Estadual. A medida serve para suprir o problema existente com gestantes, que muitas vezes chegam a esses locais precisando de atendimento urgente e, até a chegada dos profissionais, passam pelas mãos de médicos gerais ou enfermeiros.

Debate - O clima por diversos momentos ‘esquentou’ durante reunião deliberativa realizada na tarde de ontem na Casa dos Conselhos. Em pauta, a renovação do contrato entre o Hospital Universitário da UFGD e a prefeitura de Dourados. Segundo o Conselho Municipal de Saúde, a unidade federal não estaria prestando os devidos serviços, porém, o mesmo era rebatido de todas as acusações. No fim, o acordo da renovação do contrato entre as partes por mais seis meses – contados a partir de março passado – para que seja realizado uma avaliação da continuidade, ou não, da parceria.

São Luiz - Mobilização interna começa a se formar no intuito do Hospital Regional de Cirurgias Eletivas da Grande Dourados – antigo São Luiz - ser repassado para o município realizar a gestão. Hoje o local é gerido pelo Hospital Evangélico, através de contrato válido até dezembro com o Estado. A iniciativa, segundo se articula, faria com que a prefeitura também utilizasse os recursos destinados atualmente para essas cirurgias e repassados ao HU, para as ações no novo prédio.

Comentários, críticas e sugestões: adrianomoretto.oliveira@gmail.com

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