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COLUNA

Bola Cheia...! Bola Murcha...!

Waldemar Gonçalves, o Russo

Época de ouro com CAD, máster do Ubiratan e final do Amador na Leda

30 novembro 2021 - 00h03

Bola cheia...! Na década de 80 surgiu em Dourados um clube para combater os antis Ubiratan Esporte Clube, que foi denominado de CAD (Clube Atlético Dourandense), posteriormente apelidado de “azulão da Marcelino Pires”, uma vez que a sua república para abrigar os jogadores, ficava no sentido na avenida, sentido ao grande Flórida.

Na oportunidade, o CAD veio para fazer sua história, e encerrou as suas atividades no futebol profissional em 1.995, quando houve uma suposta fusão entre o próprio clube e o Ubiratan, que criou o Dourados Futebol Clube, que também não foi a lugar nenhum.

Nesta história historia do então “azulão da Marcelino Pires” quem não era ubiratanense, torcia claro, para a nova equipe, que além de ser jovem levava o nome da cidade.

Eis que em 1.985 o “azulão” conquistou o vice campeonato ao perder o título para o Corumbaense e em final contestada até hoje por seus saudosos torcedores.

Em 1.988 o Ubiratan já sob o comando do então depurado estadual Roberto Razul surgia forte, e no comando do “azulão como presidente assumiu o empresário e dono da Nosde Engenharia, Edson de Freitas, o “doutor Edson” para muitos, e o CAD entrou forte no campeonato estadual daquele ano.

Vale ressaltar que hoje esxtinta “Nosde engenharia” significa “Edson” ao contrário.

“Doutor Edson”  na oportunidade com o seu fiel escudeiro “seu Paulinho”, Fernandão e Mário Lúcio da Silva, o Manteiga, posteriormente Celso Azevedo (in memorian) e que veio de Presidente Epitácio (SP) montaram um grande plantel, e nada adiantou, pois mais uma vez o CAD veio a ser vice campeão de novo, após empatar com o Operário da capital no “Douradão” e sucumbir assim como o Ubiratan no ano anterior, no estádio Pedro Pedrosssian, o “Morenão”, ao perder nos minutos finais do jogo (em caso de empate haveria uma prorrogação) pelo placar de um a zero, gol de Índio.

Com poucos anos de história no cenário do futebol profissional, uma coisa é certa, o CAD conquistou uma linda torcida e casos tivesse em atividade com certeza seria um dos maiores clubes do Mato Grosso do Sul, pois a sua torcida assim como a do Operário Esporte Clube (adelante Operário) era muito fanática, todavia, faliram e mataram o seu nome e sua história.

Independente desta breve história acima citada, deve-se respeitar o empenho do então empresário Edson de Freitas (segundo dizem, reside no Mato Grosso) e sua diretoria, que em muitas vezes tiravam dinheiro do bolso para manter o CAD em franca atividade.

Pelo CAD para se ter uma ideia até o tricampeão mundial “Dário, o rei Dadá” atuou na década de 80, más o plantel montado pelo “Doutor Edson”  em 1.989 jámais será esquecido pelos saudosistas e anti Ubiratan, que tinha no gol, Cassiano, na lateral direita Baiano (Márcio sapão), na dupla de zaga Prego e João Clovis ou Athur e na lateral esquerda Renê.

No meio de campo um dos maiores médio volante da história do futebol profissional douradense, Fantinha, Giovani e o ídolo da torcida Ferrari, na ponta direta Paulo Isidoro, como centroavante Dega e Marquinhos na esquerda.

Uma coisa é certa ! o CAD não conquistou títulos em sua curta passagem pelo futebol profissional, mas disputou campeonatos com galhardia, inclusive duas series “B” na época do brasileirão contra equipes como o próprio Ubiraran, Operário da capirtal, União Rondonópolis, Operário de Ponta Grossa, Londrina, o hoje também extinto Grêmio de Esporte Maringá, Campo Grande e Bangu, estes dois últimos do Rio de Janeiro.

“Doutor Edson” em que pese não ter alçado o CAD em um patamar maior, com certeza faz parte sim da história do futebol profissional douradense enquanto foi presidente de um clube que jamais poderia ser extinto, principalmente pela apaixonada torcida que vinha conquistando na cidade e na região.

Bola murcha...! Em que pese ser duas categorias de sub-13 e 15 no basquetebol feminino, a bola vai para os organizadores que montaram a seleção sul-mato-grossense para ir representar o Estado nos confrontos contra equipes do Paraná e Paraguai.

Nas duas categorias as meninas (que não têm culpa) ficaram nas ultimas colocações, o que é lamentável.

A única vantagem é que elas saíram da rotina caseira, viajaram e conheceram o basquetebol organizado de outros lugares e conquistaram grandes amizades.

 Que o ano que vem, os dirigentes sul-mato-grossenses, incluindo a FUNDESPORTE a nível de Estado e FUNED a de município, façam um planejamento melhor para não expor as nossas crianças e adolescentes, e que possamos representar melhor essa gloriosa modalidade.

Bola cheia...! Os portugueses descobriram o Brasil ! Agora eles estão ensinando os técnicos brasileiros, como se ganham a Libertadores, que o diga Jorge Jesus (urubu) e Abel Ferreira (no porco)...! kkkkkkkkkkk!

Bola Cheia...! O máster do Ubiratan ano 98, 99 e 2000 estará realizando o 6º encontro no dia 18 de dezembro no estádio Napoleão Francisco de Souza,  a LEDA.

O encontro será contra uma seleção de máster douradense às 15 horas, e a entrada será um quilo de alimentos não perecíveis para serem doados a famílias carentes.

Bola cheia...! A bola  cheia vai para a grande final do Amardozão 2021 no próximo domingo.

O favorito Inter Flórida venceu no último domingo por 3 a 1 o  São Pedro e fará a final com o Marília às 15 horas. Detalhe: Não será permitida a entrada de veículos no interior do pátio da LEDA, pra mim, tiro no pé por parte da diretoria nesta decisão, e a premiação será a seguinte: A equipe campeã levara troféu, medalhas e a quantia de 5 mil reais e o vice 3 mil. O artilheiro da competição é Rodrigo Melo do Inter Flórida, com 13 gols e o goleiro menos vazado é Ian Ferreira do Marília que sofreu apenas dois gols na competição. Por hoje é só, mas volto, acho...! Fé em Deus sempre meu povo amigo e que possamos ter muita luz em nossa trajetória de vida...!

*Waldemar Gonçalves, o Russo é jornalista e filiado ao SINJORGRAN (Sindicato dos Jornalistas das Grande Dourados)        

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