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COLUNA

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Adriano Moretto

“Deverá” por “poderá”: Termo usado em projeto causa polêmica em MS

10 março 2016 - 06h26
Silêncio - É intrigante o silêncio feito por autoridades federais quanto ao problema envolvendo indígenas que invadiram, desde o sábado passado, regiões de chácaras às margens da Perimetral Norte, em Dourados. Até ontem, nem MPF (Ministério Público Federal), nem Funai (Fundação Nacional do Índio) e Polícia Federal se posicionaram sobre o caso.

Medo - Pelo menos cinco boletins de ocorrência foram feitos por moradores da região, relatando medo e insegurança nos locais onde aproximadamente 65 famílias já haviam levantado seus barracos. A proprietária de um dos imóveis chagou a deixar a casa onde reside temendo qualquer ação por parte do grupo.

Guassu - Moradores da região do Guassu, na zona rural de Dourados, voltaram a reclamar dos problemas enfrentados no local por conta das chuvas. Segundo uma das pessoas afetadas, a região está intransitável e vem prejudicando o acesso de crianças à escola, já que os ônibus só entram até determinado ponto.

Guassu 2 - Os produtores da região também já começaram a contabilizar os prejuízos, pois o escoamento não é feito da maneira adequada pelos mesmos problemas existentes nas estradas. Alguns populares chegaram a tentar, por conta, cascalhar pontos de vias usando seus próprios veículos para descarregar o material.


Polêmica - O projeto que prevê aulas de capoeira nas escolas da Rede Estadual gerou polêmica na sessão de ontem na Assembleia Legislativa. O documento foi vetado pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB). Porém, segundo a Casa, o problema estava em como o texto foi proposto pelo autor, o deputado João Grandão (PT). A solução, no caso, seria uma correção, substituindo o termo ‘deverá’, por ‘poderá’ ser incluído parcerias para as atividades, tirando assim a obrigatoriedade dos convênios pelas instituições de ensino.

Aliado - Após a polêmica, vários parlamentares se mostraram favoráveis à medida, assim que fosse reescrita. O deputado Paulo Correa (PR) foi um dos entusiastas e alegou a todos ali presentes que é adepto a prática da capoeira, recebendo aplausos, principalmente das pessoas ligados à arte cultural.

Parquímetro - Vai causar muita dor de cabeça aos usuários o novo sistema de estacionamento rotativo implantado na cidade. Com a cobrança por parte da empresa exploradora do serviço já a partir da próxima segunda-feira, muitos ainda estão perdidos e desinformados em relação a como funcionará as ferramentas.

Outra dúvida - Uma das maiores dúvidas é para se comprar e utilizar os créditos, afinal, poucas monitoras são vistas pelas ruas para repassar orientação e não está claro em quais locais serão feitos a comercialização. Outro ponto a ser tratado é quanto a cobrança ser fracionada. Ou seja, não se pagará pelo tempo estacionado, e sim, por hora, mesmo que o veículo fique por apenas 10 minutos na vaga.

Afinados - A oposição entre PT/PSDB e agora o PMDB no âmbito federal não afeta a bancada sul-mato-grossense a nível estadual. Ontem, o deputado federal Zeca do PT esteve na companhia do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e ao lado do colega de Câmara Geraldo Resende (PMDB) e outros membros da bancada no que o parlamentar classificou como uma reunião importante na Embaixada do Chile, em Brasília, tratando Mato Grosso do Sul na rota bioceânica. O encontro foi registrado na rede social de Zeca.

Pegou pesado - A Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de MS) tratou o prefeito de Campo Grande como 'mentiroso', através de vídeo de pouco mais de 1 minuto. Segundo peça publicitária, a prefeitura da Capital diz pagar R$ 5.042 aos educadores da Rede Municipal por 40h/aula. O fato foi contestado em material institucional da Federação, alegando que o piso atual no município é de R$ 1.697,37 para 20h/aula.

Comentários, críticas e sugestões: adrianomoretto.oliveira@gmail.com

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