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COLUNA

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Adriano Moretto

Auditoria mostra atraso de quase 70% nos pagamentos feitos pelo HE

06 julho 2016 - 06h25
Saúde – Ocupando o plenário da Câmara de Dourados na noite de segunda-feira o secretário de Saúde do município, Sebastião Nogueira, voltou a relatar a decisão da administração em renunciar a gestão plena da saúde por conta da necessidade da destinação de mais recursos por parte do Estado e União.

Educação - Durante o seu discurso cobrando melhores investimentos na saúde, educadores em greve que foram à Câmara de Vereadores levantavam cartazes reivindicando reajuste salarial.

Incomum - O MPE (Ministério Público Estadual) considera incomum e ‘à margem da lei’ o contrato firmado entre o CTCD (Centro de Tratamento do Câncer de Dourados) e o Hospital Evangélico em 1999. Conforme o órgão, o fato teve como agravante o aval do governo do Estado e da administração municipal na época. Zeca do PT e Braz Melo eram os gestores, respectivamente por conta da terceirização dos serviços.

Tratamento - O órgão também ajuizou ação para que Estado e Município restabeleçam esses atendimentos. A medida se faz pela necessidade da retomada dos tratamentos de pacientes da oncologia, que estão paralisados desde o mês passado por parte do CTCD. O Centro justifica a falta de repasses do Hospital Evangélico, único credenciado a receber pelo SUS (Sistema Único de Saúde) no município, por não prosseguir cuidando dos casos.


Auditoria- Recentemente o SUS realizou auditoria nas contas do HE para saber como vem sendo empregado os repasses do governo federal para a saúde pública no local e descobriu que pelo menos 58% da amostra analisada estava com atrasos de 10 dias e 11% se encontravam há mais de um mês.

Asfalto - Moradores do Jardim Vitória, bairro localizado nas proximidades do Seminário Batista Ana Wollermann estão se organizando para reivindicar o asfaltamento de algumas ruas da região. Segundo os populares, o local fica intransitável em períodos de chuva e as crianças sofrem com a poeira na época de seca.

Cadê? - A 29ª Promotoria de Patrimônio Público de Campo Grande investiga o sumiço de bicicletas especiais adquiridas para o policiamento ostensivo nas ruas e avenidas da Capital. De acordo o Diário Oficial do MPE, a ação, antes procedimento preparatório, se transformou em inquérito civil que busca saber de quem é a responsabilidade sobre o fato.

H1N1 - A CPI que apura desvio de doses de vacina contra o H1N1 na saúde pública de Campo Grande quer bancar exames laboratoriais em servidores que poderiam ter sido privilegiados com o medicamento. A hipótese foi levantada pelos vereadores integrantes da Comissão. A justificativa são os prazos de entrega de documentos não cumpridos pela prefeitura.

Passado - O Ministério Público voltou atrás e instaurou inquérito civil em processo que seria arquivado para apurar denúncias de corrupção ativa, desvio de dinheiro público e tráfico de influência por parte de servidor comissionado durante o período em que André Puccinelli (PMDB) atuou como governador.

Licitação - Conforme processo, o servidor teria sido lotado na Secretaria de Educação e foi designado para compor uma comissão de parecer em licitação que estaria ‘marcada’ e superfaturada para aquisição de materiais escolares, referentes ao kit escolar de 2010 na Rede Estadual de Ensino.

Comentários, críticas e sugestões: adrianomoretto.oliveira@gmail.com

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