Transparência – Os doadores de campanha dos candidatos ao Governo do Estado já começam a aparecer nas prestações de contas de cada um, dentro da plataforma disponibilizada pela Justiça Eleitoral. Em Mato Grosso do Sul, cada postulante ao cargo pode gastar, neste primeiro turno, até o teto de R$ 6.226.082,16, segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Ranking – Entre os que mais receberam estão aqueles com tempo maior de propaganda no rádio e na TV, Fábio Trad (PT) e Eduardo Riedel (PP). O primeiro lidera, com R$ 1.872.824,65 (R$ 1.867.824,65 oriundos da direção nacional do PT e outros R$ 5 mil dele mesmo), enquanto a campanha do atual governador recebeu R$ 1.000.070,00 (R$ 1 milhão da Federação PP/União e R$ 70 mil de duas pessoas físicas).
Ranking ainda – Lucien Rezende (PSOL) recebeu R$ 90 mil do PSOL nacional, João Henrique Catan (NOVO), arrecadou com doações R$ 34.188,00 (R$ 18,1 mil do NOVO e R$ 16.088,00 através das ‘vaquinhas virtuais’). Já Delcídio do Amaral (PRD), recebeu R$ 150 de uma pessoa física.
Nada – Outros três candidatos ao Governo, Jeferson Bezerra (Agir), Economista Renato Gomes (DC) e o indígena Daniel Lemes (PCO), ainda não declararam nenhum gasto ou recebimento durante esse início de campanha eleitoral.
Treta – Sessão dupla da Câmara de Dourados, ontem, tornou público atrito entre vereadores do Partido Liberal que buscam uma vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, com liderança local da legenda. Tanto Marcelo Mourão, quanto Sargento Prates, se mostraram insatisfeitos com a forma como vem sido conduzido o processo eleitoral no município.
Prorrogado – Sindicância apurando autoria e circunstâncias de um possível uso irregular de veículo oficial da Câmara que se envolveu em acidente, foi prorrogada por mais 30 dias, conforme ato da Mesa Diretora publicado ontem. O fato envolveu os vereadores Dalton (PL) e Ana Paula (Republicanos).
Retorno – Uma semana após a última sessão, a Assembleia Legislativa, enfim, retoma os trabalhos nesta terça-feira. A parada de quase sete dias se deu por conta do feriado de aniversário de Campo Grande, celebrado na quarta-feira passada, e posteriormente um acordo de lideranças para a não realização do encontro de quinta.
Na Lata! - Investigação iniciada há um bom tempo e que aparentemente havia dado uma ‘pausa’ diante da burocracia e prazos necessários dentro do processo, continua seguindo – mesmo devagar. Recentemente, o assunto foi desmembrado, com questionamentos encaminhados para outros agentes públicos, que, pelo visto, precisam demonstrar as ações para andamento de projeto.




