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COLUNA

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Adriano Moretto

Sem representantes no Congresso, Dourados fica com o ‘cheiro’ de emendas impositivas

Comentários, críticas e sugestões: adrianomoretto.oliveira@gmail.com

22 novembro 2021 - 00h05

De fora – Afastado do cargo desde setembro, acusado por violência doméstica contra a ex-noiva, o vereador Diogo Castilho (DEM) não tem reagido bem ao período fora do Legislativo. Dias atrás, após liminar que suspendeu o andamento da Comissão Processante que o investiga por quebra de decoro parlamentar, ele chegou à Casa querendo de volta o seu gabinete. 

Esbravejou – Apesar da liminar ser derrubada horas depois, mesmo a determinação da paralisação das investigações não garantia o retorno dele imediato à função, o que deixou o parlamentar bastante irritado, segundo pessoas que estavam no local e presenciaram as atitudes por ele tomadas. 

Andamento – Ainda em relação a Diogo Castilho, a Comissão começa na quarta as oitivas com testemunhas e envolvidos no caso que terminou com a prisão do parlamentar. O prazo para o fim das investigações termina pouco antes do recesso de dezembro, caso não haja pedido de prorrogação. 

‘Tá on’ – Bastou o deputado estadual Eduardo Rocha (MDB) anunciar a ida para uma secretaria do governo Reinaldo Azambuja (PSDB) para o suplente Paulo Duarte (MDB) voltar a movimentar a rede social, até então parada desde julho. Nos últimos dias, o ex-prefeito de Corumbá tem ‘aparecido’ virtualmente, mesmo sem fazer menção ao cargo que assumirá em breve. 

Iluminado – Se o problema com a licitação da limpeza pública persiste deixando Dourados com aspecto ‘emporcalhado’, outro problema que se arrasta há tempos teve seu capítulo final na manhã de sexta-feira, quando o contrato para reparos e manutenção da iluminação da cidade foi assinado pelo prefeito Alan Guedes (PP). 

Representatividade – Sem integrantes na bancada federal, Dourados vê outros centros do Estado ‘agraciados’ com polpudas emendas parlamentares de deputados federais e senadores. Prova disso ficou escancarado nas indicações de prioridades ao orçamento da União do ano que vem. 

Disparidade – Dos R$ 212 milhões disponíveis para os representantes do Estado, Campo Grande do ex-prefeito e senador Nelsinho Trad (PSD) e Três Lagoas, da senadora Simone Tebet (MDB), as obras de infraestrutura receberão R$ 33 milhões e R$ 15 milhões respectivamente, enquanto a maior e mais populosa cidade do interior sul-mato-grossense terá que se contentar com R$ 1 milhão para o terminal de passageiros do Aeroporto Regional Francisco de Matos Pereira. 

Educação – Outro exemplo da ‘falta de atenção’ junto a cidade está na Educação. A UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) receberá através dessas emendas R$ 3 milhões, enquanto a UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), R$ 10 milhões e o IFMS (Instituto Federal de Mato Grosso do Sul), R$ 4 milhões. 

 

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