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Adriano Moretto

Resultado de eleição deixa algumas lições em Dourados

Comentários, críticas e sugestões: adrianomoretto.oliveira@gmail.com

17 novembro 2020 - 00h04

Lições – A eleição municipal em Dourados reforçou alguns pontos que já estamos acostumados a saber e, também, apresentou um quadro nada muito animador para a atual administração municipal. 

Números – Uma das situações sabidas nos remete ao descrédito cada vez maior de institutos de pesquisa que a cada pleito ‘jogam’ com os números numa aparente intenção de manipular o eleitor. Já a outra, mostra que a articulação com lideranças sem a empatia da população, de nada adianta. 

Gestão – Em relação à atual administração, as urnas mostraram que a popularidade da prefeita Délia Razuk (sem partido), antes altíssima, não anda boa. Apenas Jânio Miguel (PTB) e Maurício Lemes que fazem parte da base aliada na atual formatação da Câmara, conseguiram retornar ao Legislativo. 

Executivo – O apoio declarado por Délia também não foi o suficiente para dar a Wilson de Matos (PTB), lugar de destaque na corrida pelo Executivo douradense. Escolhido por 5.677 eleitores, equivalente a 5,48% dos votos válidos, ele ficou a frente apenas de Jeferson Bezerra (PMN) na disputa pela prefeitura.  

Urnas – Os quatro deputados estaduais que concorreram à prefeitura saíram derrotados nas urnas neste domingo. Barbosinha (DEM) em Dourados, Pedro Kemp (PT), Eduardo Rocha (MDB) e João Henrique (PL) na Capital, continuam o mandato na Assembleia de MS. Outro postulante ao cargo, Onevan de Matos (PSDB), buscava comandar Naviraí mais uma vez, porém, morreu na sexta-feira por complicações durante cateterismo. 

Mais urnas – Em 2016, dois parlamentares da Casa foram eleitos e deram lugar a suplentes. Marquinhos Trad (PSD) superou os adversários em Campo Grande e Ângelo Guerreiro conquistou a prefeitura de Três Lagoas. 

Enquete – Questionamento proposto pelo Dourados News mostra a maioria dos participantes de enquete contrários à diminuição do toque de recolher em Dourados. Para 46,95% dos 279 votantes, ainda não era época para a medida, válida agora entre 0h e 5h. Já 43,37% queriam o fim do decreto e 9,68% gostaram da determinação. 

 

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