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COLUNA

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Adriano Moretto

Recessos, retorno, políticos de MS e padre Júlio Lancelotti

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08 janeiro 2024 - 00h04

Posse – As 10 conselheiras tutelares eleitas no ano passado para atuarem nas duas unidades de Dourados tomam posse na quarta-feira. A cerimônia acontece às 14h, no CAM (Centro Administrativo Municipal).

Recesso – O prefeito Alan Guedes (PP) mantém o ‘recesso’ nesta semana e prepara a volta ao trabalho presencial já a partir do dia 15. O período de descanso ocorre semanas após ele passar mal e precisar ser internado por conta de uma crise hipertensiva.

Recesso também – Quem também entra na reta final do período de folga é o governador Eduardo Riedel (PSDB). O chefe do Executivo estadual deixou o Governo no dia 26 de dezembro, quando o presidente da Assembleia, deputado estadual Gerson Claro (PP) assumiu o posto, posteriormente passando o bastão para Barbosinha (PP). 

Legislativo – A Câmara de Dourados encerra hoje o período de recesso para a retomada dos trabalhos internos. Já as sessões, audiências, reuniões e outras atividades parlamentares voltarão apenas no início de fevereiro.

Corre – Em ano eleitoral, alguns vereadores preferiram não esticar tanto as viagens no fim de ano. Um passeio aqui, outro ali por perto e retorno para ‘base’, porque a correria em 2024 vai ser grande.

Apoio – Após vereadores de São Paulo buscarem assinaturas para tentar abrir uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) e investigar ações de ONG's (Organizações Não Governamentais) – incluindo a liderada pelo padre Júlio Lancellotti – que atuam na ‘cracolândia’, no Centro da capital paulista, integrantes da classe política sul-mato-grossense se manifestaram contrários à medida.

Apoio 2 - A ministra do Planejamento Simone Tebet, a deputada estadual Gleice Jane (PT) e a federal Camila Jara (PT) se posicionaram nas redes sociais contrárias ao fato. Jara chegou a afirmar que uma ‘minoria barulhenta age como cegos guiando cegos’ e ainda atacou integrantes da extrema-direita por tal ação. “Quem diria que eles seriam os responsáveis por perseguir um padre de 75 anos, que há 40 dedica a vida a cuidar das pessoas que vivem na rua?”, publicou. 

Motivo – Em São Paulo, a classe política vê a abertura dessa CPI como pano de fundo às eleições municipais deste ano. O autor da proposta da Comissão é o vereador Rubinho Nunes (União Brasil), partido que apoia a reeleição do atual prefeito, Ricardo Nunes (MDB). Por outro lado, um dos adversários fortes do atual chefe do Executivo é Guilherme Boulos (PSOL), muito próximo do padre Júlio.

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