Imbróglio – Em meio a tentativa de reverter a prisão decretada pela Justiça comum, o ex-deputado estadual Neno Razuk (PL) ainda enxerga uma chance de retomar o mandato na Assembleia Legislativa após o Partido Liberal entrar com mandado de segurança contra a decisão do TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul), que invalidou os votos da então candidata Raquelle Trutis, por má gestão de recursos públicos durante a campanha de 2022.
Data – A sessão de julgamento está agendada para a próxima terça-feira, dia 21 de julho, na sede do Tribunal, em Campo Grande, às 17h. Com a anulação dos votos de Raquelle, o PL perdeu a cadeira que era de Neno, abrindo espaço para o primeiro suplente do PSDB, João César Matogrosso, que entrou pelas sobras de votos da legenda.
Voltou atrás – E a senadora Soraya Thronicke (PSB) voltou atrás e manteve, ao menos por enquanto, a pré-candidatura dela à reeleição para o Senado, deixando de lado a possibilidade de sair como primeiro suplente na pré-candidatura ao cargo por parte do deputado federal Vander Loubet (PT). A decisão foi relatada após reunião com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB).
Balada – Relatório do Gaeco que resultou na Operação Gutenberg mostra o quanto alguns dos suspeitos de envolvimento no esquema de corrupção zombavam sobre as propinas recebidas. Até comemorações em boates eram realizadas após o ‘fechamento’ dos negócios.
Balada ainda - “Hoje vamos tomar uma. Merecemos”, teria afirmado o ex-coordenador estadual de Regulação da Saúde, Ed Carlo Britto Burgatt na noite de 2 de agosto de 2022, logo depois de acordo firmado com prefeitura.
Vai sobrar? – Por falar em Operação Gutenberg, tem muita gente com receio de colocar a cabeça no travesseiro e acordar com o interfone tocando ainda antes do sol raiar. Dizem, que é coisa de meses, ou semanas...
Registro – Ainda na mesma operação, Dourados aparece no relatório do Gaeco como uma das cidades que firmaram contratos de R$ 13 milhões com a Editora Avante, investigada dentro da ‘Gutenberg’, porém, os acordos – realizados em 2023 e 2024 - não fazem parte da atual gestão, e sim, do mandato passado.




