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Adriano Moretto

Mensagem após ataque a candidato em 2018 vira ação penal eleitoral

Comentários, críticas e sugestões: adrianomoretto.oliveira@gmail.com

05 agosto 2022 - 00h05

TBT – Para quem acha que período de campanha vale tudo, dá uma olhada nessa história: às vésperas das eleições de 2018, o então vereador Cido Medeiros - relembre - disputava uma vaga na Câmara dos Deputados pelo DEM [atualmente União Brasil] e procurou a polícia no dia 2 de outubro daquele ano para relatar ter sofrido agressões durante caminhada na região do Jardim das Oliveiras. 

Mais TBT – Na época, iniciou-se movimento externo com intenção de apontar prováveis culpados para o tal atentado contra o político, inclusive com a citação do nome de rival com mandato e na disputa pelo mesmo cargo, como responsável pela ação. Acontece que esse ataque nunca foi provado, muito menos se confirmou o nome de suposto ‘idealizador’ das agressões. 

Deu ruim – Porém, enquanto a denúncia inicial era investigada na esfera criminal, cidadão passou a compartilhar ‘print’ de uma suposta conversa para incriminar adversário político do vereador. Como as acusações não prosperaram, coube a parte ofendida procurar a Justiça Comum para dar um basta na situação. 

Investigação – Passado quase quatro anos do fato, o caso foi agora encaminhado à Justiça Eleitoral, que recebeu denúncia do Ministério Público Eleitoral contra a pessoa que criou e compartilhou tal conversa fake em grupos de whatsapp. O autor tem agora menos de 10 dias para responder por escrito as acusações e pode, caso seja condenado, ter de desembolsar uma boa grana pela ‘reparação dos danos causados’ contra o então candidato à época.  

Convenções – Termina hoje o período estipulado pela Justiça Eleitoral para a realização das convenções partidárias. Dos sete nomes que disseram entrar na disputa pelo Governo do Estado, três deles devem ser confirmados nesta sexta: Eduardo Riedel (PSDB), Capitão Contar (PRTB) e André Puccinelli (MDB). 

Chapas – Também é aguardado o fim do mistério para a divulgação dos vices de Riedel, Contar e Giselle Marques (PT). As outras quatro candidaturas já se posicionaram com os nomes daqueles que encabeçam as chapas. 

Desprestígio? – Se antes contava com ao menos o prestígio das legendas em busca de nomes de vice para a composição das majoritárias, atualmente o segundo maior colégio eleitoral de Mato Grosso Sul, Dourados, nem isso tem conseguido emplacar, apesar dos convites negados a Rose Modesto e Giselle Marques pelos ex-prefeitos Murilo Zauith e Larte Tetila, respectivamente. 

Balada – Que a vida noturna em Dourados anda agitada, não há dúvidas. Na quarta-feira, o presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu ‘elogios' não publicáveis de clientes presentes durante show em um bar badalado da região central da cidade. O ato resultou em reclamação de apoiadores do presidente, também candidato à reeleição, que consumiam em uma das mesas do estabelecimento. No final, ficou aquele climão e sobrou até para quem nada tinha a ver com a história.

*Colaborou Wender Carbonari

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