Encerramento – Termina hoje o período para partidos e federações homologarem, dentro das convenções, os nomes dos candidatos que pretendem participar das eleições gerais deste ano, quando serão eleitos postulantes à presidência da República, Governo do Estado, Senado, Câmara dos Deputados e Assembleias Legislativas.
No fim – Com praticamente todas as legendas já realizando as respectivas convenções em Mato Grosso do Sul, restará ao NOVO homologar nesta quarta-feira, a candidatura do deputado estadual João Henrique Catan ao Governo do Estado.
Totalizando – Se confirmando o nome do parlamentar, a disputa pelo Executivo estadual em Mato Grosso do Sul contará com seis candidatos. Eduardo Riedel (PP), Fábio Trad (PT), Jeferson Bezerra (Agir), Lucien Rezende (PSOL), Renato Gomes (Democracia Cristã) e João Henrique (NOVO).
Sem mulheres – Aliás, a disputa pelo Governo não terá mulheres para o comando do Executivo. Já como candidatas a vice, serão duas. O Partido dos Trabalhadores lançou a ex-primeira-dama do Estado, Gilda Maria, enquanto o PSOL terá Enfermeira Kaelly ao lado de Lucien.
Volta – O retorno das sessões na Assembleia Legislativa após o período de recesso parlamentar, na manhã de ontem, ocorreu de forma rápida e tranquila, sem grandes debates entre os deputados. Alguns também aproveitaram para participar do encontro de forma virtual, já de olho na campanha.
Embate – Ainda na Assembleia, o fim das convenções partidárias mostra que aquilo desenhado lá atrás, se confirmou: a candidatura do ex-governador André Puccinelli (MDB) ao Legislativo estadual.
Trinca – Com Puccinelli na ‘parada’, um fato curioso chama a atenção na eleição deste ano em Mato Grosso do Sul: os últimos três governadores estarão no pleito. Além de André, o eterno rival dele, Zeca do PT tenta a reeleição na Assembleia Legislativa, enquanto Reinaldo Azambuja (PL) disputa uma das vagas no Senado.
Décadas – Juntos, os mandatos dos três são responsáveis por administrar Mato Grosso do Sul por quase metade dos anos desde a criação do Estado, em 1977. Zeca governou entre 1999 e 2006, enquanto André assumiu em seguida, permanecendo até 2014. Já Reinaldo Azambuja comandou de 2015 a 2022.




