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Adriano Moretto

Deputado critica, epidemiologista elogia e lockdown tem enxurrada de processos

Comentários, críticas e sugestões: adrianomoretto.oliveira@gmail.com

04 junho 2021 - 00h04

Lockdown – Uma enxurrada de ações tendo como alvo o Decreto 400, que determinou o ‘fecha-tudo’ até 12 de junho, começou a ser derramada sobre a prefeitura de Dourados desde o início da semana. Dezenas são os processos, dos mais variados setores da economia, contra o Município na tentativa de reverter a situação.

Monitoramento – Apesar do prefeito Alan Guedes (PP) dizer ao Dourados News que não há previsão de mudanças na determinação, um novo mapa do Prosseguir está previsto para ser publicado no dia 9 e, dependendo das orientações – já que agora também é levado em consideração o número de pessoas vacinadas –, o município pode sofrer alteração de bandeira. 

Relembrando – Campo Grande, por exemplo, pouco tempo após ser enquadrada como ‘bandeira cinza’ – atual posição de Dourados -, ‘saltou’ para vermelho perto do Dia das Mães, data interessante para o comércio, fazendo o município flexibilizar algumas medidas de combate a pandemia.

Posição – Deputado federal mais próximo até o momento da atual administração, Luiz Ovando (PSL) criticou o lockdown decretado pelo prefeito Alan Guedes (PP) em um vídeo de pouco mais de 2 minutos publicado nas redes sociais. 

Argumentação - O parlamentar é defensor do chamado tratamento precoce contra o coronavírus e tentou justificar usando que o isolamento domiciliar ou fechamento de cidades não é eficaz para conter a doença que já matou mais de 500 douradenses. Para exemplificar, cita o vencedor do prêmio Nobel de Química em 2013, Michael Levitt, contrário ao isolamento social. 

Contrário – No sentido reverso ao do deputado, o infectologista da Fiocruz e professor da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), Júlio Croda, se posicionou favorável ao decreto do lockdown, publicado pela administração municipal e colocou a cidade como exemplo para o Estado. 

CPI – Natimorta, a CPI da Energisa ganhou mais um capítulo nessa novela que já dura meses. Na tarde de quarta-feira, a Justiça adiou a decisão sobre o julgamento do mandado de segurança impetrado pela concessionária, impedindo a aferição de 200 relógios coletados pela Comissão. A medida foi tomada após pedido de vistas do desembargador Sérgio Martins.  

Aferição – A Comissão, presidida por Felipe Orro (PSDB), está derrapando desde a criação, em novembro de 2019. Ao longo da pandemia, as investigações acabaram estacionadas após o mandado de segurança. A Energisa alega que o laboratório da USP de São Carlos (SP), onde seria realizado a perícia dos relógios não é acreditado pelo Inmetro (Agência Nacional de Metrologia). 

 

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