Deu ruim – Declaração pública de apoio feita dia desses em sessão não pegou bem e a cobrança chegou em seguida, através de uma reunião. Para não deixar passar em branco tal atitude, compromisso precisou ser firmado, relembrando auxílio no passado.
Deu ruim também – E esse não foi um caso isolado. Quem conhece do riscado e frequenta o meio afirmou ainda que a medida - pelo mesmo motivo - foi estendida a mais alguém que, sequer aparecia em pesquisas, mas terminou vencendo eleição.
Música – Tais tomadas de decisões seriam para evitar o tal efeito ‘Vou festejar’, música com letra de Beth Carvalho. Quem conhece o clássico samba, já se viu cantarolando por algumas vezes o trecho que diz: “Você pagou com traição... A quem sempre lhe deu a mão...”. Pois é!
Finalizando – Com o recesso agendado para começar amanhã, a Câmara de Dourados realiza hoje a última audiência pública antes da pausa. Na Casa, será debatido a partir das 18h30, as condições de trabalho e o pagamento da hora-atividade aos professores de apoio pedagógico educacional da Rede Municipal de Ensino.
Propaganda – Desde domingo os pré-candidatos estão autorizados a realizar a propaganda intrapartidária, ou seja, aquelas dentro dos próprios partidos para que possa ser um dos escolhidos na disputa do pleito de outubro. “O objetivo é permitir que a postulante ou o postulante à candidatura indique seu nome para uma das vagas em disputa, inclusive com a afixação de faixas e cartazes em locais próximos às convenções”, pontua o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Fora de pauta – Ausência de parlamentares presentes fisicamente na sessão de ontem da Assembleia Legislativa acabou fazendo com que uma Moção de Protesto proposta pelo deputado Pedro Kemp (PT) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), fosse retirada de pauta. No momento da votação, apenas dez legisladores estavam em plenário.
Alvo – Junior Vasconcelos, ex-prefeito de Fátima do Sul entre os anos de 2013 a 2016, foi um dos alvos do Gaeco na manhã de ontem durante a Operação Gutenberg, que apura suspeita de desvio de dinheiro público através de fraudes em licitações. Ele é servidor público estadual e estava cedido atualmente à Assembleia Legislativa, lotado no gabinete do deputado estadual Jamilson Name.




