O Campeonato em que a apresentação do conjunto do atleta e técnico exige agilidade, muita rapidez e condicionamento físico, acima de qualquer circunstância, teve disputas acirradas do começo ao fim neste sábado à tarde e domingo pela manhã, dias 20 e 21 de agosto.
Ao final de 60 apresentações, a disputa por equipe foi vencida pelo segundo ano consecutivo pelo Instituto Gibi, que obteve uma medalha de Ouro, uma prata e 320 pontos. Em segundo lugar ficou o Ceintre com 250 pontos e o CTP/Moreninhas (campeão em 2021) levou o troféu de terceiro lugar com uma medalha de ouro e 210 pontos.
O Sul-mato-grossense de Manoplas, com apoio da Fundesporte, é uma competição em que os atletas e técnicos fazem suas apresentações em suas respectivas academias, com acompanhamento e julgamento dos juízes em sistema online.
Na disputa individual, o campo-grandense David Brito (CTP/Moreninhas), 18 anos, conquistou pela primeira vez o título de campeão na classe elite. Na fase final ele, com seu técnico Paulo Brito, fez disputa acirrada com o paulista Paulo Ricardo (Instituto Gibi), que teve o técnico Matheus Silva como condutor da manopla. Na fase final as duplas ficaram empatadas com nota 9,5, e a vitória de David Brito Britto só aconteceu no critério de desempate. Ou seja, o campo-grandense foi melhor na primeira fase, e com isso garantiu a medalha de Ouro.
Na classe feminina, Raniella Costa (Ceintre/Gibi),17 anos, também garantiu o título de bicampeã. Na fase final ela, com seu Técnico Antônio Gibi, derrotou, respectivamente, Thayane Gonçalves e Monica Dalmázio, ambas da Aton Figtht. No ano passado ela também levou a medalha de Ouro.
Na classe base, Alex Willison (Instituto Gibi), 15 anos, foi campeão. Na fase final ele chegou a nota 9,5. “Fiquei muito feliz, porque no ano passado fiquei em terceiro, e me preparei para ser campeão goe”, disse Willison ao final da competição. Em segundo ficou Daniel Durê (CT Pantaneiro).
A competição contou com 9 equipes/Associações e 36 atletas. Foi a terceira edição do Sul-matogrossense de Manoplas, que surgiu durante a pandemia da Covid-19, em 2020, ano em que não era permitida as competições de contato.
O Campeonato é uma apresentação de dupla Atleta e técnico. Este último segura o aparador de socos para o atleta, e o regulamento exige a sincronia perfeita do conjunto, com golpes bem aplicados, movimentação perfeita, agilidade e rapidez, além de bom condicionamento físico e boa noção de distância.
Na avaliação de Marcelo Nunes, vice-presidente da FDBMS (Federação de Boxe do Estado de MS), as disputas deixaram a certeza de que o sul-matogrossense de Manoplas virá com muito mais força no próximo ano, pois, as apresentações exigem muita qualidade dos competidores.
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