Bola cheia...! O bola cheia desta sexta-feira vai para um passado em que a era do futebol amador era de ouro no lendário estádio Napoleão Francisco de Souza, todavia, por trás destes momentos havia como então presidente da LEDA (Liga Esportiva Douradense de Amadores), Jamil Campos Ahun.
Sob a batuta de Jamil de Campos tendo seu fiel escudeiro o falecido “Ortega” no final da década de 1960 e inicio de 1970 pós Copa do Mundo no México, a LEDA recebia grandes embates entre os clubes da cidade e da região e aos domingos e feriados o “velho legendário” era tomado pelos fanáticos torcedores, em especial, quando se cruzavam o Ubiratan Esporte Clube e Operário Esporte Clube; Dragão e 21 de Abril de Fátima do Sul; ARBA de Rio Brilhante e Operário douradense ou com o próprio Ubiratan.
Enfim, naquela época de ouro do futebol amador de Dourados e região havia um presidente da liga que sabia promover as competições, e esta pessoa que graças a Deus está até hoje entre nós, chama se Jamil de Campos Ahun.
Além dos clubes acima citados, grandes embates haviam entre o Colonial de Indápolis, Palmeirinha do Panambi, Colorado de Caarapó, Cruzeiro, Comercial do seu “João Rocha”, o Dourados do “Zé Tubaína” entre outros.
O bom desta história, é que antes das “pelejas” o assunto da semana era os confrontos e depois deles, as discussões dos resultados, sem esquecer da rivalidade entre os “Saldivar e família paraguaia”, adelante Operário com os “Facker e companhia” pelo lado do “Leão da Fronteira”, o Ubiratan.
Na época havia-se apostas pelos jogos em dinheiro, o que deixava cada vez mais acirrada os confrontos como se fossem corrida de cavalo, e com a chegada do profissionalismo, o futebol virtuoso e cheio de clássico caiu por terra, porém uma coisa é certa, enquanto Jamil Campos Ahun esteve no comando da LEDA juntamente com seu fiel escudeiro “Ortega”, o futebol amador de Dourados e região era muito rico tanto em qualidade futebolística como em presença de público no legendário Napoleão Francisco de Souza.!
Finalizando, quem viveu a época sabe da importância da história de “Jamil / Ortega” no futebol douradense. !
Bola murcha...! A bola murcha vai para o tal de AVC (Acidente Vascular Cerebral) que mandou a nocaute uma das pessoas mais maravilhosa que passou pelo futebol douradense.
Acamado após muitos dias de UTI (Unidade de Tratamento Intensiva) se encontra hoje em sua cidade natal, Londrina, no norte do Paraná, o grande goleiro Everton Stringheta.
“Tuim” como sempre foi chamado pelos amigos do esporte, atuou como goleiro pelo extinto CAD (Clube Atlético Douradense) e pelo Ubiratan Esporte Clube, este último, conquistou o título como técnico no ano de 1.989.
Como quem manda em nossas vidas é Deus, espero que o guerreiro “Tuim” consiga vencer esta batalha e dar força aos seus familiares que em momento algum o abandonou.
Bola murcha...! Em épocas passadas Dourados tinha um celeiro de ringues para se praticar lutas de boxes em todas as categorias.
Infelizmente essa modalidade esportiva também se perdeu no tempo, pois não se vê mais uma academia que invista na modalidade que perdeu seu espaço, o que é uma pena para uma cidade do tamanho de Dourados. O incentivo ao boxe foi literalmente a nocaute e o que só resta hoje, e ainda a meia boca, o tal do MMA.
Bola cheia...! A bola cheia vai para a judoca Camila Gebara que desde quando infanto juvenil sempre levou com orgulho e de forma positiva, o nome de Dourados.
Camila Gebara desde quando iniciou sua trajetória no judô conquistou centenas de troféus e medalhas nos tatames, quer seja de ouro, prata ou bronze.
Bola cheia...! O bola cheia vai para o técnico de futebol Ney César, que foi campeão estadual do futebol profissional pelo Ubiratan Esporte Clube em 1.999.
Ney César que é londrinense, mais adotou Dourados como sua segunda pátria, assinou - e já começou a montar o plantel - com a equipe do Tocantinense para disputar o estadual do próximo ano naquele estado. A ele sucesso na nova empreitada. Vale lembrar que no ano passado Ney César ficou em terceiro lugar no campeonato rondoniense.
Bola murcha...! “Até a pé nos iremos”, para a segunda divisão do ano que vem né gremistas. Dá dó, mais fazer o que não é mesmo, é a pura realidade.
O trem tá feio lá pras bandas do Olímpico, sem falar na punição que o clube recebeu após o quebra-quebra que teve no estádio na semana passada.
Más fiquem tranquilos meus amigos gremistas, 2022 passará mais rápido que este ano que mansamente vai morrendo. Depois desta, parei e fui meu povo! Até a próxima se Deus quiser e ele vai querer, acho !!!
*Waldemar Gonçalves, o Russo é jornalista e filiado ao Sinjorgran (Sindicato dos Jornalistas da Grande Dourados)
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