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AGRONEGÓCIO

Situação das lavouras de soja deve ser divulgada nessa semana pelo Siga-MS

10 janeiro 2022 - 10h14Por André Bento

As informações sobre as condições das lavouras de soja cultivadas em Mato Grosso do Sul deverão ser disponibilizadas nesta semana pelo Siga-MS (Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio). 

No boletim Casa Rural divulgado no início deste mês, foi detalhado que a equipe técnica de campo retornará com a missão de diagnosticar os problemas ocorridos durante o mês de dezembro de 2021, além de levantar informações técnicas do desenvolvimento da cultura no Estado. 

Mato Grosso do Sul tem área estimada plantada com soja na safra 2021/2022 de 3,776 milhões de hectares e as projeções iniciais apontaram expectativa de produtividade média de 56,38 sacas por hectare, com produção total de 12,773 milhões de toneladas.

No entanto, o Siga-MS apurou que no mês de dezembro a situação seguiu crítica, com chuva abaixo da média histórica, “devido à atuação de massas de ar seco e quente, associadas a um bloqueio atmosférico que favoreceu os dias mais quentes e secos no estado”. 

“Além disso, também, teve a atuação da La Niña, que é um fenômeno oceânico-atmosférico de resfriamento das águas do Pacífico, e por consequência, gera mudanças nos padrões de precipitação, favorecendo chuvas abaixo da média climatológica no sul/sudeste”. 

Com isso, municípios da região do sul tiveram precipitação acumulada de 0 a 35 milímetros. “De acordo com a climatologia, os municípios encontram-se com 25-50% de precipitação abaixo da média climatológica”, detalha a publicação mais recente. 

A partir do prognóstico de precipitação total para os próximos meses, o boletim Casa Rural pontua que a média climatológica para o trimestre de janeiro-fevereiro-março indica chuvas entre 400 a 700 milímetros em território sul-mato-grossense. 

“A previsão indica que as chuvas ficarão dentro ou ligeiramente abaixo da média climatológica, em grande parte do estado, com destaque para a região extremo sul do estado que pode ficar ligeiramente abaixo da média histórica”, também em decorrência da atuação da La Niña, “que é um fenômeno oceânico-atmosférico de resfriamento das águas do Pacífico, e por consequência, gera mudanças nos padrões de precipitação”.

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