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Saúde gasta R$ 2 mi com estrangeiros no interior de MS

30 dezembro 2003 - 13h40

O atendimento a doentes estrangeiros em 14 cidades fronteiriças do interior de Mato Grosso do Sul custa à saúde pública R$ 2,2 milhões ao ano. Por mês, a média de desembolso com atendimento a paraguaios e bolivianos custa em média R$ 186 mil. Os dados constam em documento entregue há cerca de quatro meses ao ministro da Saúde, Humberto Costa. O estudo não inclui informações sobre os serviços de média e alta complexidades, que são exatamente os mais caros, oferecidos em Campo Grande.O levantamento foi feito para acompanhar pedido para que o ministério intevenha junto ao Itamaraty em uma negociação para tentar fazer os países vizinhos reembolsarem o SUS (Sistema Único de Saúde) pelos atendimentos feitos. Em resposta, o ministério enviará técnicos ao Estado em janeiro para avaliar a dimensão do problema. O levantamento foi feito nas cidades de Antônio João, Aral Moreira, Ponta Porã, Amambai, Coronel Sapucaia, Paranhos, Sete Quedas, Tacuru, Porto Murtinho, Bela Vista, Mundo Novo, Eldorado e Iguatemi, todas de fronteira com o Paraguai, e Corumbá, que faz fronteira com a Bolívia.No documento enviado ao ministro, a secretaria lembra que o cálculo de repasse é dimensionado pela população, conforme levantamento do IBGE. Em muitos municípios o valor foi suplementado em 30% para o atendimento dos estrangeiros e, em alguns casos, a quantia é insuficiente, como em Amambai, Sete Quedas, Mundo Novo, Ponta Porã, onde se tem verificado que o atendimento excede 45% do realizado.Como era de se esperar, as duas maiores cidades fronteiriças no interior- Corumbá e Ponta Porã- têm, respectivamente, os maiores gastos, somando R$ 804 mil e R$ 427 mil ano em internações hospitalares.

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