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Policial morto respondia a processo por contrabando de cigarros

17 dezembro 2012 - 18h30

O subtenente da Policia Militar, de 39 anos, assassinado a tiros na manhã desta segunda-feira (17), em Campo Grande, respondia a processo administrativo e criminal por suposto envolvimento em um esquema de contrabando de cigarros em Mato Grosso do Sul. A informação foi divulgada em nota pela assessoria de imprensa da Polícia Militar. O órgão não divulgou o nome do subtenente.

De acordo com a assessoria, o militar foi preso na operação Fumus Malus, em outubro de 2011. Em janeiro de 2012, a 1ª Vara Criminal aceitou denúncia de formação de quadrilha ou bando contra o subtenente e outras 16 pessoas. Segundo informações do site do Tribunal de Justiça (TJ-MS), o último andamento do processo, datado de 12 de novembro deste ano, foi a apresentação da defesa preliminar.

O advogado que representa o militar neste processo, que preferiu não ter o nome divulgado, explicou que esta ação dependeria de outra representação, que ainda não foi feita pelo Ministério Público Estadual (MPE-MS).

Outro procedimento que consta no TJ-MS é uma medida investigatória sobre organizações criminosas, protocolada em setembro de 2010. Esta apuração chegou a ser arquivada em maio do mesmo ano, em aguardo ao oferecimento da denúncia, mas foi desarquivada uma semana depois.

A assessoria informou ainda que o subtenente estava na corporação da Polícia Militar há 18 anos. Em novembro deste ano, ele foi transferido da Companhia Independente de Guarda e Escolta para o Centro Integrado de Operações e Segurança (Ciops).

Crime
O policial foi morto por volta das 8 horas, em um posto de combustíveis,localizado no anel rodoviário, na via de acesso às saídas de São Paulo (SP) e Cuiabá (MT). Segundo a Polícia Militar, ele estava saindo do serviço, no Ciops, localizado no Parque dos Poderes, quando parou para abastecer o veículo.

Testemunhas informaram aos policiais que um homem se aproximou do militar com uma arma em punho e efetuou pelos menos cinco disparos contra ele. O suspeito fugiu. O militar foi atendido pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

A Polícia Civil, que investiga o caso, está com imagens feitas pelo circuito de segurança do posto para tentar identificar o suspeito – ou suspeitos – e a dinâmica do crime. Dentro do veículo do militar, foi encontrada a farda dele. O carro não tem qualquer identificação de que seria de propriedade de um policial.

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