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Mulher que lesou em R$ 100 mil grupo que faria excursão se entrega

16 junho 2011 - 06h59

A mulher acusada de lesar em mais de R$ 100 mil um grupo de fiéis que viajaria em uma romaria até a cidade paulista de Aparecida, no início do mês, se apresentou à Polícia Civil e foi indiciada por estelionato. Maristela das Dores Rodrigues, que organizava a excursão, vai aguardar em liberdade a conclusão das investigações.

Ela pode pegar pena de até cinco anos de prisão em caso de condenação judicial. De acordo com o site Diarionline, Maristela se apresentou, na semana passada e a Polícia vai ouvir todas as vítimas. Ao todo, 168 pessoas foram lesadas.

O delegado responsável pelo caso, Enilton Zalla informou que a mulher se apresentou em companhia do advogado e explicou que gastava o dinheiro na medida em que recebia dos fiéis. Quando chegou a data para a viagem não tinha a quantia necessária para cobrir os custos do deslocamento de ida e volta do grupo de romeiros e resolveu sair de Corumbá, para Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia.

Pelo fato de ela estar colaborando coam a Justiça e vendendo a casa para pagar a dívida, vai ficar em liberdade, explicou o delegado.

###Caso
Um grupo de 168 pessoas de Corumbá foi vítima de um golpe de mais de R$ 100 mil na véspera da viagem que eles fariam para a cidade de Aparecida, no Estado de São Paulo.

As vítimas descobriram que foram roubadas no dia 31 de maio, véspera da viagem. Eles foram informados que a responsável pela organização da viagem, Maristela das Dores Rodrigues, havia fugido com o dinheiro.

A mulher, antes de fugir, deixou uma carta explicando os motivos por ter roubado o dinheiro. Ela afirmou que iria sumir com o dinheiro, pois se sentiu tentada com o valor que tinha em mãos. Ainda pedia desculpas para toda a família pelo que iria fazer.

Conforme ela relata na carta, para resolver a questão e pagar a dívida, a mulher apontou uma saída: "de alguns eu devolvi o dinheiro. Paguei R$ 10.040 ao hotel. Deixarei escrito para que meu marido venda a casa para poder devolver o dinheiro, tenham paciência, pois não será fácil (...) Mas, estou pagando pelos meus erros".

Durante um ano, as vítimas pagaram uma taxa mensal, no valor de R$ 50 reais a fim de cobrir as despesas de uma viagem para Aparecida.

No total, cada vítima pagou o valor de R$ 600 que custearia ida e volta e estadia. A partida de Corumbá estava marcada para o dia 1º de junho e retorno no dia 06. O grupo estava distribuído em quatro ônibus.

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