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DOURADOS

Justiça negou outros três pedidos de prisão dentro da Operação Pregão

09 novembro 2018 - 17h20Por Da Redação

Foram sete os pedidos de prisão preventiva solicitados junto à Justiça pelo Ministério Público Estadual, da qual apenas quatro acabaram atendidos, todos cumpridos na Operação Pregão, desencadeada no dia 31 de outubro em Dourados.

A ação, que apura fraudes em licitações no município, teve ainda outros 16 mandados de busca e apreensão expedidos. 

João Fava Neto, então secretário de Fazenda da prefeita Délia Razuk (PR), o chefe do departamento de licitação, Anilton Garcia de Souza e o empresário Messias José da Silva, dono da Douraser, uma das empresas envolvidas no suposto esquema, estão na PED (Penitenciária Estadual de Dourados), desde o dia 31. 

Já a vereadora Denize Portollan (PR), que na época atuava como secretária de Educação, foi encaminhada no dia 1º de novembro para o presídio feminino de Rio Brilhante. 

Além dos quatro, o Ministério Público pediu a prisão preventiva de Ivan Félix de Lima, Pedro Brum Vasconcelos Oliveira e Rodrigo Gomes da Silva. Porém, o pedido foi negado pelo Luiz Alberto de Moura Filho.

Conforme a denúncia, que corre em segredo de justiça, quatro empresas são investigadas por participação no esquema. 

A GTX Serviços de Engenharia e Construção Ltda., Energia Engenharia e Serviços, Douraser Prestadora de Serviços de Limpeza e Conservação e a MS Slots Consultoria Técmica. 

As investigações apontam para a realização de cotações em valores elevados e obtidos com empresas de fachada. 

“No intuito de garantir o sucesso da empreitada criminosa, consistente na contratação da empresa previamente ajustada e por preços elevados, utilizam-se das práticas de manipulação de dados, e cancelamentos de licitações, sem qualquer fundamento plausível, além de forçar a realização de dispensas licitatórias”, aponta trecho da denúncia, conforme o Campo Grande News.

A denúncia também aponta que João Fava Neto e Anilton Garcia de Souza criaram no fim de 2016, poucos meses antes de começarem a trabalhar na prefeitura, a empresa MS Slots Consultoria Técnica Ltda.

Para o MP, trata-se de empresa de fachada, para lavagem de dinheiro do esquema. O endereço da empresa é o mesmo endereço residencial de João Fava Neto.

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