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AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA

Justiça mantém prisão de quadrilha chefiada por “informante do tráfico”

17 outubro 2017 - 11h21Por Adriano Moretto e Osvaldo Duarte

A Justiça manteve a prisão em flagrante pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo, associação criminosa e porte de entorpecentes para uso a quadrilha presa em Dourados no final de semana. A decisão ocorreu após audiência de custódia realizada na tarde de segunda-feira (16) no Fórum.

Jonya Lúcia Trote Couto, 52, conhecida como ‘mãe loira’ era quem comandava o grupo formado por mais três homens. Em 2010 ela acabou detida pela polícia carioca por envolvimento com facções criminosas nos morros do Rio de Janeiro, onde fazia o papel de informante de traficantes.

Além da mulher, Marcos Carvalho dos Santos, 40, o Gago, morador no Parque das Nações II, Higor Franca dos Santos, 19, o HG e Jonas Souza Rocha da Silva, o ‘Moita’ ou ‘Meio quilo’, ambos residentes em Itaporã, terminaram a ação presos.


O grupo permanece no 1º Distrito Policial de Dourados. 

O caso

Investigadores do SIG (Setor de Investigações Gerais) e NRI (Núcleo Regional de Inteligência) receberam informação de que a mulher estaria recrutando pessoas para atuar em assaltos na cidade, mais precisamente na região do Izidro Pedroso.

Em posse dos dados, os policiais começaram a monitorar o grupo. 

No sábado, receberam a informação que os três homens estariam num VW Golf prata e começaram a segui-los. Os suspeitos passaram pelas regiões do Parque das Nações, Parque do Lago e Vila Rosa, até parar na frente de uma residência na rua Alberto Leopoldo De La Cruz, no Izidro.

Eles desceram do veículo e caminharam pela região, quando ocorreu a abordagem. 

No carro em que estavam foram encontrados três toucas ninja e um revólver calibre 38. 

Após o flagrante, os policiais chegaram até a casa de Jonya, na Vila Rosa e apreenderam sete aparelhos de telefone celular, R$ 440, outra touca ninja, 18 correntes, pingentes, anéis, brinco e caderno contando várias anotações, além de 30 gramas de maconha.

Segundo as investigações, a mulher ainda trabalha para facções e cumpria ordens de pessoas de dentro dos presídios.

 

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