Menu
Busca quinta, 21 de fevereiro de 2019
(67) 9860-3221
GUERRA DO TRÁFICO

Funcionário de Pavão e menino de 5 anos são executados no Paraguai

26 outubro 2017 - 11h35

Um funcionário do narcotraficante brasileiro Jarvis Gimenes Pavão e um menino de cinco anos de idade foram executados por pistoleiros na tarde desta quarta-feira, dia 25 de outubro, em Assunção, capital do Paraguai. Segundo a polícia daquele país, os matadores saíram de Pedro Juan Caballero, cidade vizinha de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, para executar Willian Gimenez Bernal, 28 anos, que estava morando em Assunção, onde Pavão cumpre pena há quase oito anos.

O atentado ocorreu no momento em que Willian Bernal deixava uma casa no bairro Madame Lynch, na capital paraguaia, em uma caminhonete Toyota Fortuner, de cor prata.

Assim que o veículo saiu do estacionamento, os pistoleiros dispararam dezenas de tiros de fuzil na caminhonete. Gabriel Giménez González, de cinco anos, morreu na hora. Willian tentou fugir a pé, mas foi alcançado e executado no meio da rua. Willer Fidelino Lezcano Giménez, 25 anos, segurança de Willian, ficou ferido dentro do veículo.

Na casa onde o funcionário de Pavão estava morando os policiais prenderam o brasileiro Heber Luiz de Figueiredo Souto, 28 anos. Assim que abriu o portão para o patrão sair, os pistoleiros começaram a atirar, mas ele correu e conseguiu fugir. A detenção é para averiguar se Heber é procurado pela Justiça brasileira.

De acordo com policiais paraguaios, a casa onde Willian Gimenez Bernal estava morando foi alvo de buscas há dois meses, por suspeita de servir de esconderijo para membros do PCC (Primeiro Comando da Capital). Pavão é apontado como sócio da facção criminosa brasileira.

Para a polícia paraguaia, o ataque tem a ver com a guerra travada atualmente entre facções criminosas em Pedro Juan Caballero. Willian Bernal era cidadã pedrojuanino e a caminhonete usada por ele está em nome da empresa Grupo Cristo Rey, de Pedro Juan Caballero. A empresa foi alvo de seis ataques neste ano.

Conforme o jornal ABC Color, a empresa Cristo Rey está em nome dos brasileiros Marcel Martins Silva e Juraci Cândido da Silva. Marcel sofreu dois atentados em 2017. Um dos empreendimentos do grupo é a fazenda Cristo Rey, na colônia Lorito Picada, em Pedro Juan. Em agosto deste ano, vários membros do PCC foram presos na propriedade. (Campo Grande News)

Deixe seu Comentário

Leia Também

CORUMBÁ
Dupla é presa com carreta roubada após sequestro de motorista
TEMPO
Quinta-feira nublada com possiblidade de chuva em Dourados
UAU
Giulia Costa renova o bronzeado e se refresca em dia de praia no Rio
CAMPO GRANDE
Menino de 9 anos tenta atravessar a rua é atropelado por van escolar
POLÍTICA
Oposição promete dificultar tramitação da reforma da Previdência
CRIME AMBIENTAL
Ambiental prende infrator pescando em cachoeira durante a Piracema
REUNIÃO
Governadores pedem ajustes na reforma e plano de ajuda a estados
CAPITAL
Motorista atropela motoqueiro e na fuga acerta carro estacionado
UEMS
Palestra sobre meditação será na próxima sexta-feira em Dourados
PONTA PORÃ
Baleado na cabeça, integrante de família tradicional morre em hospital

Mais Lidas

DOURADOS
Mulher que encomendou morte de marido é transferida para presídio
JARDIM PIRATININGA
Recém-nascida é encontrada sob tanque de lavar roupas em Dourados
DOURADOS
Investigado por estupro de enteadas, homem é preso com pornografia infantil no celular
DOURADOS
Para não ser preso, foragido do Semiaberto entra em luta corporal com guarda municipal