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GUERRA DO TRÁFICO

Funcionário de Pavão atirou na própria cabeça ao ver filho morto

27 Outubro 2017 - 10h37

Willian Gimenez Bernal, 28 anos, funcionário do narcotraficante brasileiro Jarvis Gimenes Pavão, atirou na própria cabeça ao ver o filho de cinco anos morto a tiros de fuzil no atentado ocorrido na última quarta-feira, dia 25 de outubro, em Assunção, capital do Paraguai. Segundo o site Campo Grande News, a versão foi contada pelo segurança e primo dele, Willer Fidelino Lescano Gimenez, 25 anos, ferido pelos tiros disparados pelos pistoleiros.

A polícia também acredita em suicídio e diz que encontrou um boné, que estaria sendo usado por Willian, com uma perfuração de tiro. O homem também tinha queimaduras na cabeça, indicando um disparo feito a curta distância.

Morador em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia vizinha de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, Willian estava hospedado em uma casa no bairro Madame Lynch, na capital paraguaia. Ele visitava Jarvis Pavão frequentemente na prisão.

A polícia diz que Willian trabalhava para o narcotraficante. Já a advogada de Pavão, Laura Casuso, afirma que o motivo das visitas era a ligação de parentesco entre os dois, já que Willian era pai da filha de uma prima de Jarvis Pavão.

Suicídio

Willer contou que os três chegavam à residência em uma caminhonete Toyota Fortuner cinza. Bernal dirigia a caminhonete, Willer estava no banco do carona e o garoto, Gabriel Gimenez González, no banco de trás. Enquanto esperavam o brasileiro Heber Luiz de Figuereido Souto, que estava na casa, abrir o portão, os pistoleiros em uma Toyota Hilux bordô se aproximaram e fuzilaram a Fortuner.

Willian acelerou e entrou em outra rua. Nesse momento teria visto o filho morto no banco de trás. Desesperado, pegou sua pistola Glock calibre 9 milímetros e atirou na própria cabeça. O chefe do Departamento de Criminologia, comissário-chefe César Silguero, confirmou ontem à noite à rádio ABC Cardinal, que o boné com uma perfuração do lado esquerdo foi encontrado na caminhonete e que aparentemente ocorreu mesmo o suicídio.

Willer e Heber Souto, os dois sobreviventes do ataque, continuam detidos em Assunção. A promotora que acompanha o caso, Ariela Chaparro, recebeu apoio do promotor Hugo Volpe, que chefia a força-tarefa do Paraguai contra o narcotráfico. (Campo Grande News)

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