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Após anúncio, Paraguai expulsa presos brasileiros procurados pela Justiça

25 junho 2019 - 22h05Por Da redação

O Governo do Paraguai expulsou nesta terça-feira, dia 25 de junho, dois brasileiros presos no país e que eram considerados foragidos no Brasil. De acordo com o Ministério do Interior, um deles é Natanael Ferreira de Oliveira, membro de uma facção criminosa. Ele foi entregue à justiça brasileira em Pedro Juan Caballero, na fronteira com Mato Grosso do Sul, o outro detento foi entregue em Salto del Guairá, no Paraguai.

A expulsão dos brasileiros havia sido anunciada no dia 17 de junho pelo ministro do Interior do Paraguai, Juan Ernesto Villamayor. A medida foi tomada após rebeliões que deixaram 10 mortos em dois presídios nas cidades de San Pedro del Ycuamandiyú e na capital Assunção.

O Governo do Paraguai diz que pretende expulsar outros brasileiros presos no país que são membros de facções criminosas. A princípio o governo disse que esperava um acordo com o Brasil para iniciar essas expulsões, porém, o Ministério da Justiça informou que não havia recebido nenhuma informação oficial sobre o caso e que o instituto de expulsão caracteriza um ato unilateral, não cabendo a necessidade de cooperação.

Expulsões

O Governo do Paraguai vem adotando a medida de expulsar brasileiros que se envolvem com crimes no país. Foi assim como o narcotraficante Marcelo Fernando Pinheiro da Veiga, conhecido como Marcelo Piloto, que estava preso em Assunção e foi expulso do país em novembro de 2018.

Em março, foi a vez do traficante Thiago Ximenes, conhecido como “Matrix”, ser expulso pelo Paraguai para o Brasil. Ximenes foi entregue a policiais federais na aduana da Receita Federal da Ponte Internacional da Amizade, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, na fronteira com Ciudad del Este.

No dia 25 de abril, a Polícia Nacional do Paraguai cumpriu determinação do governo e expulsou 12 estudantes brasileiros de medicina. Os jovens foram entregues à Policia Federal no prédio da Imigração, em Pedro Juan Caballero, na fronteira com o Brasil.

O Governo do Paraguai alegou que a medida foi tomada porque os brasileiros não possuíam documentação de imigração exigida por lei, e que no momento da prisão, o grupo estava em uma casa participando de uma festa regada a álcool e drogas e com o volume do som acima do permitido.

Os brasileiros envolvidos com crimes no Paraguai concentram-se principalmente próximo a Mato Grosso do Sul. Levantamento feito pelo G1 aponta que uma pessoa foi assassinada por dia nas duas primeiras semanas de junho na região de fronteira do Brasil com o Paraguai, a maioria nas cidades vizinhas de Pedro Juan Caballero e Ponta Porã (MS).

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