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Zé Teixeira faz apelo a Zeca sobre boicote a Expogrande

22 março 2005 - 14h44

O deputado estadual Zé Teixeira (PFL) fez, nesta terça-feira, um apelo para que o governador Zeca do PT reveja sua posição de “boicotar” a Expogrande (Exposição Agropecuária de Campo Grande) que terá início no fim do mês. Em entrevista à imprensa no começo da semana, Zeca criticou os produtores rurais pelas vaias dirigidas ao deputado federal Vander Loubet (PT), durante encontro recente promovido pela Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul), e prometeu não participar da abertura da exposição.  Zé Teixeira, líder da bancada ruralista na Assembléia Legislativa, lamentou a posição do governador, por entender que o protesto foi feito por um pequeno grupo de agricultores, o que não representa, conforme ele, o pensamento de toda classe. “Eu sempre tive um bom relacionamento com o governador, inclusive, já fomos deputados juntos, mas quero reprovar sua posição de dizer que não pretende ir à exposição”, disse, em discurso na tribuna da Assembléia. Na sua avaliação, o governador tem de participar de uma das mais importantes exposições do País. “Quero dizer que não concordo com as vaias nem contra o deputado federal Vander Loubet aqui em Campo Grande e nem contra o chefe da Casa Civil, Raufi Marques, lá em Goiás”, colocou, referindo-se ao movimento de produtores ocorrido há 15 dias no município de Rio Verde de Goiás.    Zé Teixeira aproveitou a oportunidade para relatar sobre a reunião da qual participou, na semana passada, juntamente com proprietários de frigorífico e o secretário de Produção, Dagoberto Nogueira, quando se discutiu a questão da carne comercializada em Mato Grosso do Sul. “O produtor não está concordando com a classificação de nossa carne, principalmente porque está passando por um momento difícil. Primeiro, pela desvalorização do dólar e, depois, pelo período de estiagem registrado neste período do ano e pela oferta do boi no mercado”, criticou. Diante da crise no setor, o deputado defendeu entendimento entre a classe produtora e o setor público. “O produtor rural não tem que ser tratado como gato e rato, tem que sentar à mesa. O governo também tem que participar porque sabe que o setor produtivo é a mola-mestra do País”, afirmou, ao questionar com quem está ficando o lucro na comercialização da carne. “Se o mercado é bom, então, por que têm entre seis e sete frigoríficos fechados. Estamos querendo saber onde está ficando o lucro”, arrematou.

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