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Violência faz população feminina superar em 4,3 milhões a masculina

24 fevereiro 2005 - 14h38

O aumento do número de mortes entre jovens do sexo masculino já começa a afetar a proporção de homens e mulheres no país, segundo a Síntese dos Indicadores Sociais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).Em 2003, a média era de 95,2 homens para cada 100 mulheres. Na região metropolitana do Rio de Janeiro, no entanto, essa proporção chega a 86,5 homens para cada 100 mulheres. O excedente de mulheres cresceu 57% desde 1992. Em 2003, havia 4,3 milhões de mulheres a mais do que os homens no país.A taxa de mortalidade masculina por causas externas (morte não-natural) na faixa dos 20 a 24 anos chega a ser mais de dez vezes superior que a correspondente feminina. Esta é a faixa etária masculina onde é maior a incidência de mortes violentas. De 1980 a 2003, o número de mortes por causas externas passou de 121 para 184 a cada 100 mil habitantes. As mortes por causas naturais superavam as violentas. Entre as mulheres, a taxa permaneceu praticamente inalterada neste período.Não é só o Rio de Janeiro que sofre com a defasagem entre homens e mulheres. O Distrito Federal conta com apenas 87,6 homens para cada 100 mulheres. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a diferença entre as expectativas de vida em função do sexo permaneceu determinando um excedente de mulheres em relação ao número de homens.Existem Estados em que o total de homens supera o de mulheres, como Amapá, Tocantins, Espírito Santo e Mato Grosso.Os movimentos migratórios específicos também contribuem para alterar a proporção. Os nordestinos são o grupo de maior peso na população de emigrantes brasileiros e representam cerca de 57%. A região Sudeste mantém sua tradição de maior pólo de atração dos emigrantes nordestinos, já que 70,7% se dirigiram para esta região.O segundo grupo que historicamente mais emigrou tem como origem o Sudeste, com 20,6% do total de emigrantes. Eles se dirigem em sua maioria para a região Centro-Oeste (37%) em razão dos movimentos de ocupação das últimas fronteiras agrícolas.

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