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Sem-terra só deixam área do anel viário se tiverem outra, diz ouvidor

02 janeiro 2004 - 15h42

O ouvidor agrário estadual, Ulysses Duarte, acredita que o impasse envolvendo integrantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-terra) na região do anel rodoviário, em Campo Grande, deve ser solucionado somente no fim da próxima semana. A Justiça já concedeu à Prefeitura reintegração de posse da área onde estão os acampados, às margens da estrada, mas o número de pessoas no local cresce diariamente. Segundo Duarte, o prazo para que os sem-terra saiam do local termina no domingo. Na segunda-feira, ele pretende verificar se o grupo saiu espontaneamente. No entanto, ele sabe que esta é uma hipótese remota. Por isso, já aponta que será necessário negociar até as últimas possibilidades. Fala-se em pedir à Polícia Militar que auxilie na retirada dos sem-terra. Mas, as autoridades sabem que também será inútil força bruta contra famílias com mulheres e crianças. O jeito, ao que tudo indica, será encontrar uma alternativa para alojar os sem-terra, atendendo às reivindicações dos acampados. Duarte disse que as opções levantadas acabaram “furando” e, com os feriados de Natal e Ano Novo, a negociação atravancou.

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