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Sem terra exigem área para acampamento próximo a Capital

15 dezembro 2003 - 17h30

O ouvidor agrário, Ulisses Duarte, se reuniu hoje com os representantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) que estão acampadas na beira da rodovia, no grande anel que liga São Paulo a Sidrolândia. O ouvidor informou que a reunião não foi produtiva. “Os sem-terra exigem que os colchões, fogões e armários retirados dos barracos na semana passada sejam devolvidos” informou Duarte.De acordo com o ouvidor a mobília dos 16 barracos derrubados pela prefeitura e por policiais estão no Centro de Triagem do Migrante (Cetremi). Duarte informou ainda que as famílias exigem um local para acampar fora da cidade, mas em um local de acesso a Campo Grande. “O governo do Estado e o Incra não disponibilizaram um local” informou Duarte.Depois de terem sido retiradas da beira da rodovia por policiais e funcionários da Prefeitura de Campo Grande na madrugada da última quinta-feira, as famílias de sem-terra voltam para o mesmo local. Os integrantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) denunciam que houve violência na ação da prefeitura de retirada das famílias. Homens e mulheres passaram o sábado montando os barracos. Desta vez, os sem terra garantem que não vão sair do local. A diretoria da Empresa de Habitação do Município (Emha) argumentou que a beira da rodovia representa perigo para os acampados. O diretor da Emha, Carlos Marum, disse, por telefone, que não haverá ação de retirada das famílias como houve esta semana. Segundo o ouvidor agrário, Ulisses Duarte, o prefeito da Capital será comunicado das exigências dos sem-terra.

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