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Ribas entra na briga com a Capital pela obra do gasoduto

09 janeiro 2004 - 17h09

O prefeito de Ribas do Rio Pardo Roberson Luis Moureira (PPS) está liderando mobilização no município para conseguir que o início da construção do gasoduto que vai levar o gás boliviano até Brasília, passando por Goiás, seja na usina do Mimoso, em Ribas do Rio Pardo, passando pelo município de Cassilândia, e não em Campo Grande, passando pelos municípios da região norte. O prefeito convidou todos os vereadores, principalmente os quatro da bancada do Partido dos Trabalhadores, para uma reunião na Câmara Municipal, a partir das 10 horas da segunda-feira, dia 12, com a finalidade de discutir o assunto. O prefeito dos municípios de Cassilândia, Jair Boni, de Chapadão do Sul, João Carlos Krug e de Inocência, José Arnaldo também foram convidados, igualmente empresários e industriais de Ribas, todos para manifestar a preocupação da mobilização do Governo e de deputados para evitar a construção do ramal a partir de Ribas do Rio Pardo. “A Agência de Comunicação do Governo, divulgo u uma reunião dia 13, na Petrobrás, nesta terça-feira, e nós estranhamos não termos sido convidados, porque o assunto é do interesse da população e da classe industrial e empresarial de Ribas, por isso estamos nos reunindo com estas pessoas para saber o posicionamento a ser tomado”, justifica Roberson Luis Moureira.De acordo com a Agência de Comunicação o governador Zeca do PT alega que “não tem sentido construir um gasoduto numa região onde não há demanda de energia”.“É normal e justo os prefeitos do norte do Estado reivindicarem a construção de um gasoduto por lá, mas nos estranha o governador do Estado e os deputados, um deles mais votado aqui em Ribas, assumir posicionamentos preterindo a nossa cidade”, argumenta Moureira.O custo da primeira fase do projeto do Gasoduto da Unificação, justamente a que começa perto da Usina de Mimoso, próximo ao Rio Pardo, no município de Ribas do Rio Pardo, e se estende até a Capital Federal, passando por Goiânia, é de US$ 634 milhões. Conforme os cálculos que constam no projeto, somente nesta fase da obra seriam gerados 1,3 mil empregos diretos, com potencial para criação de outros 31 mil empregos após concluída a obra.Atualmente, apesar do gasoduto passar dentro do município, ele está a uma distância de 40 quilômetros da sede do município. “A intenção não é contrariar interesses políticos ou econômicos, mas sim defender os interesses da população de Ribas trazendo o traçado do gasoduto para dentro da sede do município”, finaliza Roberson Moureira.

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