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Prossegue distribuição do“Sopão” aos índios da Reserva

03 março 2005 - 18h00

A agente de saúde da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Luzia Alves, de descendência guarani, disse anteontem, que prossegue a distribuição do  “sopão”  aos índios da Reserva de Dourados. O sopão, segundo Luzia Alves já vinha sendo distribuído anteriormente e que mesmo assim  muitas mães têm dificuldade para alimentar adequadamente seus filhos, apesar da distribuição de cestas básicas por intermédio do Programa Comunidade Solidária, com apoio da Prefeitura, e agora da própria Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) destinar alimentos para a Reserva. A Reserva reúne a maior comunidade guarani do País, embora viva, ao mesmo tempo, o drama do confinamento de terras com uma população de 11 mil índios em 3,5 mil hectares.Esse “sopão”, na realidade, não passa de uma iguaria típica da região, o “pucheiro”, com a diferença de que agora está sendo mais suculento e com número maior de ingredientes como legumes, verduras e são misturadas espécies diferentes de carne, desde miúdos como língua de carne bovina, frango e macarrão. Na Reserva existem quatro núcleos de distribuição, mas o trabalho da Fundação não se resume a simplesmente fazer o alimento e servi-lo. Além desse trabalho ter, a partir de agora, o auxílio da Pastoral da Criança, instituição ligada à Igreja Católica, as mães índias vêm sendo orientadas a fazer corretamente o “sopão”, aprendendo desde os cuidados com a higiene a forma do produto ficar mais saboroso. No núcleo montado ao lado da Escola Municipal “Agostinho”, na casa da “dona Maria”, pelo menos 80 crianças são alimentadas uma vez por dia, além dos adultos que também chegam ao local, entre homens e mulheres. Por dia são feitos 100 litros e “Eles comem à vontade (...)”, comentou a representante da Fundação.Paralelamente as equipes da Funasa pesam as crianças, averiguam os casos de desnutrição, os quadros mais e menos graves, são controladas as cadernetas de vacinação das crianças  são aplicadas as vacinas contra hepatite, coqueluche, tétano, BCG, tríplice visceral, “Acontecem que algumas mães são resistentes a essas vacinas porque elas causam reações e deixam as crianças enjoadas”, explicou.  

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