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PROTESTO NA CAPITAL

Professores distribuem pizzas na Câmara em alusão a 45 dias em greve

08 julho 2015 - 13h30

Professores da Rede Municipal de Ensino (Reme) de Campo Grande levaram pizzas à Câmara Municipal, na sessão desta quarta-feira (8). O G1 MS informou que segundo eles, o movimento é em alusão aos 45 dias de greve da categoria, que por várias vezes foi à Casa de Leis pedir apoio dos vereadores na luta por melhoria salarial, e também ao Dia da Pizza.

A assessoria de imprensa da Câmara disse que "qualquer protesto desde que maneira ordeira é legítimo" e que a Casa é democrática, aberta a qualquer pessoa e a qualquer tipo de manifestação.

De acordo com o presidente do Sindicato Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP), Geraldo Gonçalves, foram compradas 50 pizzas com o Fundo de Greve.
Os professores montaram uma mesa em frente à Câmara e distribuíram as fatias, que eles chamam de 'lanche', a motoristas e outras pessoas que passam pelo local. Nas embalagens, os manifestantes escreveram nome dos vereadores representando os sabores das pizzas.
Para o plenário, foram levadas apenas as embalagens. Os professores oferecem as pizzas pelos 'sabores' e até fizeram uma espécie de 'rodízio'. Por várias vezes, os vereadores pediram que os grevistas fizessem silêncio para que a sessão continuasse.

"A Câmara pode ser considerada a melhor pizzaria da cidade. O prefeito propôs a lei, aprovada pelos vereadores, sancionada, porém não cumpriu. Tudo acabou em pizza", justifica o professor Deroci da Silva Feitosa, de 32 anos.

Para o vereador Chocolate (PP), os parlamentares estão levando "puxão de orelha" e não podem solucionar a questão. "Estão puxando nossa orelha como se tivéssemos poder para resolver esse impasse".

Greve

Ainda de acordo com informações do G1 MS, os professores estão parados desde 25 de maio. Segundo Gonçalves, eles já foram 13 vezes à Câmara Municipal pedir apoio dos vereadores para reunião com o prefeito Gilmar Olarte (PP). Eles afirmam que o chefe do Executivo não se reuniu com a categoria em nenhum momento.

A classe quer a integralização do piso e o reajuste mínimo de 13,01%. A prefeitura já fez várias propostas e todas foram rejeitadas. Os professores já fizeram vários protestos. A Justiça até impôs limites às manifestações.

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