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MS cria políticas para ajudar no custeio dos hospitais

18 Dezembro 2003 - 15h51

Com o Programa de Apoio à Alimentação e aos Medicamentos Hospitalares, o governo de Mato Grosso do Sul demonstra que não se preocupa apenas em construir, reformar e equipar hospitais, mas também em criar políticas públicas para ajudar na manutenção das unidades hospitalares, afirmou o governador Zeca do PT, na manhã desta quinta-feira, no lançamento da ação, que aconteceu na Coordenadoria de Desenvolvimento de Recursos Humanos (CDRH), em Campo Grande. Zeca elogiou a postura dos diretores dos hospitais que serão beneficiados com o programa, que em alguns casos chegam a aplicar recursos próprios para manter a qualidade do atendimento a população, e disse que o governo do Estado pretende aumentar ainda mais o auxilio a essas instituições de saúde, desenvolvendo em um futuro próximo, um programa de qualificação profissional, que possibilitará que o Executivo Estadual ajude na remuneração dos profissionais de saúde que trabalham nessas unidades. “Queremos acabar com ‘ambulancioterapia’, em que uma pessoa ficava doente no interior, e colocavam ela numa ambulância e mandavam para Campo Grande. À medida que vamos construindo e equipando novos hospitais, reformando os que já existiam, construindo novos postos de saúde da família e organizando a nossa rede de atendimento criamos condições para que as pessoas primeiro sejam atendidas em suas casas, através do Programa de Saúde da Família, e só depois, caso não seja resolvido o problema pelo hospital do município, os casos mais graves pelo hospital pólo e somente os casos mais complexos pelos hospitais de referência. Mas não é só isso, sabemos das dificuldades que vivem os nossos hospitais, e à medida que sobram recursos desses obras, temos mais condições de ajudar no custo operacional desses hospitais, para desenvolver programas como este, e depois como o programa de qualificação profissional”, comentou o governador. O programa atenderá os 78 hospitais públicos ou mantidos por sociedades beneficentes de 66 municípios do Estado, fornecendo a essas instituições bolsas de alimentos compostas por 27 itens e bolsas de medicamentos com 43 itens. O número de bolsas alimentação (na razão de uma para cada dez pacientes internados) e medicamento (uma para cada 20 pacientes internados) foi definido pela Secretaria de Saúde (gestora do programa) tomando por base o número de pessoas internadas em cada hospital. Segundo o secretário de Saúde, João Paulo Barcellos Esteves, que também participou da solenidade, o programa não é assistencialista, mas sim um co-financiamento destinado apenas as instituições não lucrativas

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