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POLÊMICO

Maia quer finalizar votação de reforma política até terça-feira na Câmara

30 setembro 2017 - 11h30Por Agência Câmara

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, afirmou ontem (29), no Rio de Janeiro, que espera que o Plenário da Casa consiga concluir a votação da reforma política até a próxima terça-feira (3).

Maia defendeu um texto que estabeleça a adoção de um teto para campanhas, a limitação para o autofinanciamento eleitoral e a criação de um fundo público para financiar a eleição com um valor mínimo aceitável pela sociedade.

Para que as regras possam valer para as próximas eleições, a Câmara e o Senado precisam votar as propostas até o dia 7 de outubro.

O presidente reconheceu que a reforma política foi menor do que o desejado, mas destacou que a Câmara avançou no tema ao aprovar o fim das coligações e definir uma cláusula de desempenho. 

“A gente já votou a mais importante que é o fim das coligações e a cláusula de desempenho, mas é uma minirreforma. Todas as reformas têm sido pequenas, já que o Parlamento olha a sua posição na próxima eleição e acaba tendo muita divisão nesses temas", disse Maia. 

Reforma da Previdência


No encontro que reuniu reitores das universidades e institutos federais no estado do Rio de Janeiro, Rodrigo Maia voltou a defender a reforma da Previdência para que o governo mantenha o investimento em áreas importantes como ciência, tecnologia, pesquisa e educação. Ele acredita que a proposta possa ser votada a partir do final de outubro, após a votação da segunda denúncia contra o presidente da República, Michel Temer.

Em relação à crise por que passam as universidades do Rio de Janeiro (federais e estaduais), Maia disse que uma solução a curto prazo será adotada, mas reforçou que somente a reforma da Previdência vai garantir e viabilizar mais investimentos na área.

“Se não fizermos a reforma do estado brasileiro, uma mínima agora, e uma reforma mais profunda com o próximo presidente da República, nós estaremos inviabilizando investimentos em áreas fundamentais no Brasil”, disse o presidente da Câmara.

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