Menu
Busca sexta, 16 de novembro de 2018
(67) 9860-3221
POLÍTICA

Elias Ishy questiona falta de diálogo sobre o Plano Municipal de Educação

30 junho 2015 - 12h15

Assessoria

O vereador Elias Ishy (PT) questionou a falta de diálogo sobre o Plano Municipal de Educação (PME), que foi votado em duas sessões na segunda-feira (22), na Câmara de Dourados, sem discutir as alterações e supressões realizadas pela Prefeitura ao documento elaborado por profissionais da Educação e representantes de entidades públicas e civis, no decorrer de um ano e 15 dias em que foram feitas 376 estratégias para as 20 metas. No entanto, ao encaminhar o Plano para votação pelos vereadores, a Prefeitura retirou 20% das propostas aprovadas e modificou 80% das demais, de forma unilateral e sem justificativas.

“O mais grave não foi a redução do número de estratégias, mas a importância delas para a Educação douradense. Com as supressões e alterações, todas as 20 metas do Plano ficaram gravemente prejudicadas, permitindo que a Prefeitura se exima de cumprir estratégias dentro dos prazos aprovados pelo fórum do Plano. A Prefeitura se vangloria de avanços, mas houve muitos retrocessos, como o crescente estrangulamento da Educação de Jovens e Adultos; extinção do Programa de Acompanhamento Escolar; fechamento de salas do Projovem Urbano; substituição de professores capacitados das salas de tecnologias por estagiários; falta de critérios claros para a contratação de professores temporários, entre muitas outras questões que a Prefeitura não debate com os profissionais da Educação e que extirpou do Plano. A grande marca da atual administração é a falta de diálogo”, afirmou Ishy.

O projeto de lei chegou aos vereadores no dia 15 de junho. Ishy fez diversas tentativas de diálogo, mas a Prefeitura se recusou a debater e apresentar justificativas para tantas alterações e supressões ao texto original do Plano.

“A minha proposta era votar até o dia 23 de junho, garantindo o debate das supressões entre a comunidade escolar, Câmara e Governo. Ao se recusar a dialogar, Prefeitura feriu o próprio Plano, que no artigo segundo afirma que a gestão democrática será uma diretriz. Por causa dessa intransigência e falta de explicações sobre as modificações, apresentamos 194 emendas, visando restituir a maioria das propostas originais. Infelizmente, não foram colocadas em votação, contrariando o artigo 104 do Regimento Interno da Câmara, que não permite a votação de um projeto sem discutir as emendas”, lamentou Ishy, que está recorrendo da decisão.

Deixe seu Comentário

Leia Também

UAU
Tatiele Poliana exibe tanquinho trincado em clique de biquíni
MARACAJU
Jovem é presa na MS-164 tentando levar droga para o Mato Grosso
NOVO GOVERNO
Desistência de general para ministério leva crise ao QG de Bolsonaro
CORUMBÁ
Casamento comunitário terá casais homoafetivos pela primeira vez
CRESCIMENTO
Colheita de cana-de-açúcar soma 2,2 milhões de toneladas em outubro
RURAL
Pequenos produtores de Itaporã aderem à agricultura de precisão
LEICEMIA
Criança de 1 ano precisa de doação de sangue e plaquetas
ODEBRECHT
PGR pede prorrogação de inquérito contra Aécio Neves no Supremo
UFGD
Estudantes estrangeiros podem concorrer a bolsas pelo projeto Milton Santos
ECONOMIA
Estudantes poderão renovar contratos do Fies até o dia 23

Mais Lidas

DOURADOS
Carro fica submerso em túnel alagado e homem precisa quebrar o vidro para sair
CAMPO GRANDE
Empresário é executado e filho fica ferido em atentado
CAMPO GRANDE
Empresário executado na Capital era avalista em dívida de R$ 40 milhões
DOURADOS
Chuva forte deixa ruas e até rodoviária alagada