Menu
Busca terça, 16 de julho de 2019
(67) 9860-3221
OPERAÇÃO CIFRA NEGRA

Eleição é mantida e vereadores podem eleger parlamentar preso à presidência da Câmara

06 dezembro 2018 - 09h45Por Vinicios Araújo

Apesar de preso, o candidato à presidência da Câmara de Vereadores de Dourados Pedro Pepa (DEM), continua elegível.

O parlamentar foi detido na tarde de ontem (5) durante a Operação Cifra Negra, deflagrada pelo Ministério Público e Polícia Civil, acusado de participar de um esquema de corrupção ativa e passiva envolvendo outros dois colegas da Casa, Idenor Machado (PSDB) e Cirilo Ramão (MDB), um ex-vereador, Dirceu Longhi (PT), e um ex-servidor legislativo, Amilton Salinas.

A eleição contará com os 16 vereadores que restaram na Casa e em caso de empate, por ser o mais velho, Pepa será declarado o vencedor por ser mais velho do que o adversário, Alan Guedes (DEM).

Na chapa do parlamentar preso estão Júnior Rodrigues (PR) como vice-presidente, Silas Zanata (PPS) como 1º secretário e Cirilo Ramão (MDB) como 2º secretário. 

Nesta manhã o Dourados News procurou conversar com o candidato a vice-presidência da Casa, mas a equipe de reportagem foi informada de que Rodrigues estaria em reunião política, não podendo atender a imprensa naquele momento.

Sobre a Operação Cifra Negra, que fez Pepa, Idenor e Cirilo dormirem em uma das celas do 1° Distrito Policial nesta noite, a presidente da Casa Daniela Hall afirmou que ainda não possui informações do processo, não podendo se posicionar em relação às prisões.

A afirmação ocorreu diante do questionamento sobre qual procedimento seria tomado pela Câmara diante da suspeita de corrupção ativa e passiva dentro da Casa de Leis supostamente praticada pelo trio.

Durante a manhã Daniela cedeu entrevista coletiva onde afirmou que todas as atividades da Câmara serão realizadas sem alteração, inclusive a disputa pela Mesa Diretora.

Ainda segundo a vereadora, os suplentes dos parlamentares presos não serão acionados pelo fato do regimento da Casa permitir o recurso apenas pelo prazo de ausência de 30 dias, a não ser que os próprios presos solicitem afastamento voluntário, como ocorreu com Denize Portolan (PR), presa no mês passado durante a Operação Pregão.

 

 

Deixe seu Comentário

Leia Também

SHOWBIZZ
De biquíni em Paraty, Mariana Ximenes suspira: "Pode já querer voltar?"
CAPITAL
Esposa de defensor público é encontrada morta em residência
POLÍCIA
Vítima de tiro do pai, estudante presta depoimento e diz que vai embora
TJ/MS
Coordenadora da Mulher debate violência de gênero em Genebra
BELA VISTA
Trabalhador procura polícia para denunciar trabalho escravo em carvoaria
STF
Decisão de Toffoli paralisa inquéritos de lavagem, diz Chefe da Lava Jato
PORTO MURTINHO
Homem disse que acordou com onça pintada nas costas, diz médico
NAVIRAÍ
Ladrões que invadiram casa de vereadora e roubaram joias são presos
BRASIL
Lista do Não me Perturbe já tem mais de 600 mil pessoas cadastradas
CAMPO GRANDE
Homem é executado com três tiros no interior de veículo

Mais Lidas

DOURADOS
Homem é assassinado a tiros em conveniência
DOURADOS
Homem é morto no Jardim Pantanal; segundo homicídio da noite
DOURADOS
Homem assassinado no Jardim Pantanal tinha 23 anos
DOURADOS
Homem é baleado no Jardim Pelicano