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Defesa diz que Idenor aguarda posse, mas não garante ida a sessão

07 outubro 2019 - 08h35Por André Bento

A defesa do vereador Idenor Machado (PSDB), que conseguiu reverter na Justiça o afastamento do mandato, informou ao Dourados News que ele aguarda ser chamado pela Câmara Municipal para tomar nova posse. Contudo, não garante que participará da sessão, por causa da dúvida se pode ou não aproximar-se de outros alvos da Operação Cifra Negra.

O receio do tucano é o mesmo dos também vereadores Cirilo Ramão (MDB) e Pedro Pepa (DEM), que obtiveram antes dele o direito de retomar os cargos. Argumentam não estar claro se persiste medida cautelar que lhes impede de manterem contato entre si ou com testemunhas arroladas no processo em que são acusados de corrupção.

“Com relação a isso já foi feito pedido para o Tribunal esclarecer, estamos aguardando essa resposta”, informou ao Dourados News o advogado Felipe Azuma. Segundo ele, até sexta-feira (4) a Câmara ainda não havia sido intimada da decisão do relator da 1ª Câmara Criminal do TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), juiz Lúcio R. da Silveira, que no dia 2 de setembro estendeu a Idenor o habeas corpus anteriormente concedido a Cirilo e Pepa.

“Se derem posse ele toma posse”, garantiu Azuma. Contudo, sobre ir à sessão ordinária, argumenta que “vai depender se os outros vereadores vão participar ou não”. “O Cirilo e o Pepa já não foram nas outras sessões”, recorda.

Emedebista e democrata conseguiram derrubar os afastamentos em 19 de setembro. Cirilo voltou à Casa de Leis no dia 23 daquele mês, enquanto Pepa só o fez 72 horas depois. Mas nenhum deles apareceu no Palácio Jaguaribe na sessão passada, do dia 30.

Segundo o advogado Fernando José Baraúna Recalde, que defende ambos, a decisão que autorizou a volta deles ao Legislativo ainda precisa ser esclarecida, já que persiste dúvida se podem aproximar-se um do outro ou de alguma testemunha arrolada no processo oriundo da Operação Cifra Negra, desencadeada para combater supostas fraudes licitatórias na Câmara de Dourados em 5 de dezembro de 2018 e que culminou nos afastamentos no dia 12 daquele mesmo mês.

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