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DOURADOS

Comissões têm até domingo para entrega de relatórios que podem cassar Pepa, Cirilo e Idenor

13 maio 2019 - 10h25Por Vinicios Araújo

As comissões processantes que analisam os casos de Pedro Pepa (DEM), Cirilo Ramão (MDB) e Idenor Machado (PSDB) têm até domingo (18) para entregar ao jurídico da Câmara de Vereadores de Dourados, o relatório que pode cassar o mandato dos parlamentares afastados por suspeita de corrupção. 

O trio é acusado, no âmbito da Operação Cifra Negra, por formar um esquema criminoso que fraudava licitações em contratos com empresas de tecnologia da informação.

Além deles, estão envolvidos também o ex-vereador Dirceu Longhi, os ex-servidores Amilton Salinas e Alexsandro de Oliveira de Souza, além de empresários ligados ao ramo de tecnologia que, segundo o MPE (Ministério Público Estadual), pagavam propina para manter o monopólio do Grupo Quality no quadro de prestadores da Casa de Leis.

O prazo final para entrega dos pareceres é 19/05, próximo domingo. O MPE e a presidência da Câmara já cobraram celeridade e comprometimento dos vereadores que integram as comissões para o cumprimento da data. 

A reportagem do Dourados News falou com o relator dos casos de Cirilo e Idenor, vereador Júnior Rodrigues (PR), ex-líder da prefeita Délia Razuk (PR) na Câmara. Segundo ele, a conclusão dos relatório já está em andamento. 

“Recebi na quarta passada [8/05] a defesa do Cirilo e na sexta [17/05] a do Idenor. Agora vou concluir a leitura dos relatórios dos advogados e produzir o parecer da comissão. A gente vai entregar ainda essa semana, temos até domingo. A gente cuida de outras coisas também, inclusive aqui dentro da Casa mesmo, mas o prazo para entrega será cumprido dentro do proposto pela presidência”, disse.

Na semana passada a assessoria do vereador Carlito do Gás (Patriotas) afirmou ao Dourados News, que o relatório no caso de Pedro Pepa também está nas etapas de conclusão. 

SESSÃO UNIFICADA

Sobre o pedido da defesa de Cirilo Ramão, que quer sessão única para julgar o caso com Pepa, Júnior afirmou não ver com ‘bons olhos’. Para ele, a discussão se tornará cansativa e desgastante. 

“Não estamos julgando qualquer coisa, é o destino de pessoas e isso é desgastante. Não acredito que seria positivo uma sessão única para julgar os casos investigados”, disse.

Apesar disso, o vereador reconhece a necessidade de acelerar o andamento das discussões para que, “o clima de tensão que paira sobre a Casa”, seja amenizado e a atividade parlamentar não fique engessada em cuidar apenas desses julgamentos.

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