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Pesquisadores da USP desenvolveram clone de vaca nelore

20 dezembro 2003 - 16h11

Pesquisadores da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP anunciaram ontem ter clonado uma vaca da raça nelore. A equipe coordenada por José Antonio Visintin confirmou o sucesso do procedimento por meio de um teste de DNA. Mais detalhes sobre o experimento serão divulgados pela equipe numa entrevista coletiva às 10h de hoje. A bezerra clonada passa bem.Os bovinos da raça nelore estão entre os mais importantes para a pecuária de corte brasileira. No entanto, segundo a assessoria de imprensa da USP, o principal motivo do experimento é tentar entender os problemas que cercam o desenvolvimento dos clones de animais adultos.Confusões de reprogramação genética parecem acarretar problemas de saúde, envelhecimento e morte precoces aos mamíferos clonados. A reprogramação acontece na fecundação normal, mas é truncada na clonagem, quando o núcleo de uma célula adulta é fundido com um óvulo sem núcleo.Visintin e seus colegas poderão fazer isso graças a outro clone criado pela equipe no ano passado, o bezerro Marcolino, criado a partir de células fetais, e não adultas. Se a idade do animal que doou as células para serem clonadas influi no desenvolvimento de sua cópia, é possível que os dois envelheçam em ritmo diferente.O primeiro clone de Visintin deu, a princípio, um susto na equipe. É que todos esperavam uma fêmea, mas Marcolino nasceu macho. O problema decorreu de uma troca acidental de embriões durante a experiência.    Pesquisadores da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP anunciaram ontem ter clonado uma vaca da raça nelore. A equipe coordenada por José Antonio Visintin confirmou o sucesso do procedimento por meio de um teste de DNA. Mais detalhes sobre o experimento serão divulgados pela equipe numa entrevista coletiva às 10h de hoje. A bezerra clonada passa bem.Os bovinos da raça nelore estão entre os mais importantes para a pecuária de corte brasileira. No entanto, segundo a assessoria de imprensa da USP, o principal motivo do experimento é tentar entender os problemas que cercam o desenvolvimento dos clones de animais adultos.Confusões de reprogramação genética parecem acarretar problemas de saúde, envelhecimento e morte precoces aos mamíferos clonados. A reprogramação acontece na fecundação normal, mas é truncada na clonagem, quando o núcleo de uma célula adulta é fundido com um óvulo sem núcleo.Visintin e seus colegas poderão fazer isso graças a outro clone criado pela equipe no ano passado, o bezerro Marcolino, criado a partir de células fetais, e não adultas. Se a idade do animal que doou as células para serem clonadas influi no desenvolvimento de sua cópia, é possível que os dois envelheçam em ritmo diferente.O primeiro clone de Visintin deu, a princípio, um susto na equipe. É que todos esperavam uma fêmea, mas Marcolino nasceu macho. O problema decorreu de uma troca acidental de embriões durante a experiência.

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