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Paulo Henrique Bambu destaca trabalho da Missão Caiuá

10 março 2005 - 09h54

Vice-presidente da Câmara de Dourados e membro da Comissão de Direitos Humanos da Casa e da Comissão Especial de Inquérito criada para auxiliar a CPI da Desnutrição criada na Assembléia Legislativa, o vereador Paulo Henrique Bambu (PSC) usou a tribuna na sessão desta terça-feira para destacar o trabalho que a Missão Evangélica Caiuá desenvolve junto aos indígenas das aldeias de Dourados.O vereador lembrou que a Missão Evangélica foi pioneira no trabalho de atendimento à saúde dos indígenas, implantando e mantendo, desde a década de 60, o Hospital e Maternidade Porta da Esperança, inicialmente com 38 leitos e hoje com mais de 50, destinado exclusivamente a população indígena e, já no final da década de 70, inaugurando a Unidade de Tratamento de Tuberculose, também com 50 leitos, “um hospital afastado das demais construções da Missão e que por muitos anos foi o único especializado no tratamento da doença no País”. Com a tuberculose controlada entre os Caiuá a ala do Hospital específica para estes doentes passou a atender crianças desnutridas de várias aldeias do Estado.Paulo Henrique lembrou que a Missão Evangélica Caiuá sempre prestou assistência ao índio, quer seja na área da saúde ou educação. Enfatizou em sua fala que a Missão Caiuá, enquanto administrava os recursos financeiros destinados às comunidades indígenas, os problemas eram menores e ela (a Missão) procurava fazer levantamento de preços toda vez que precisava executar algum serviço, “mas, depois que a Funasa assumiu o gerenciamento dos recursos, a situação se complicou”. A administração dos recursos foi transferida para a Funasa visando à adequação à LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal).O vereador também lamentou o aumento do índice de mortalidade entre os indígenas, de 48 em 2003 para cerca de 60 em 2004. “Entendo que a questão indígena é grave, problemática e mais complexa que uma simples distribuição de alimentos para resolver paliativamente o problema da desnutrição. Porém, as autoridades têm de reconhecer e ressaltar o trabalho de excelência que existe dentro da reserva de Dourados e que a Missão Caiuá desenvolve a 77 anos, contribuindo efetivamente para a melhoria da qualidade de vida dos indígenas sul-mato-grossenses”, cobrou o vereador.  

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