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Para os servidores situação do Idaterra prejudica a Instituição

19 agosto 2002 - 14h42

O Sindicato dos Trabalhadores em Instituições de
Extensão Rural, Pesquisa, Assistência Técnica, Serviços Agropecuários e Afins de MS (SINTERPA), realiza amanhã, às oito horas na sede do Sinterpa, reunião para dar continuidade as discussões ocorridas no dia 15 de agosto, sobre o Instituto de Desenvolvimento Agrário,
Assistência Técnica e Extensão Rural de MS (IDATERRA), para que sejam tomadas algumas providências emergenciais e sejam traçadas as grandes linhas do planejamento das atividades da instituição.
Por não ter alcançado seu objetivo na última reunião realizada na quinta-feira com as duas instituições, o Sinterpa vai novamente reunir-se para buscar resolver os problemas de maior urgência e também estabelecer qual é o real papel do IDATERRA. Afinal, a função desta
Instituição é de implementar, fomentando as atividades dos agricultores familiares, sejam eles assentados e não assentados, kilombolas e indígenas, assim como também no que se refere ao tratamento das atividades voltadas a política fundiária, comercialização e agroindustrialização da pequena produção agropecuária dos agricultores e similiares. Contudo, a execução das ações está comprometida, principalmente as voltadas à Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural, tanto a curto e médio, quanto em longo prazo.
Procedimentos que deveriam ser adotados não estão sendo executados corretamente, principalmente em função das constantes mudanças dos diretores da instituição e do pouco comprometimento dos mesmos em relação a ATER e
Pesquisa, além do descaso em relação aos servidores que estão sem atualização salarial e precárias condições de trabalho. Profissionais desmotivados e sofrendo com a insegurança de um reenquadramento funcional pouco claro e extinção do plano de cargos de carreiras também é um
dos problemas enfrentados.
Na pauta de amanhã serão abordados assuntos como a confusão no papel institucional do IDATERRA quando da execução de suas atividades fim; falta de planejamento estratégico para a instituição; necessidades de definição clara dos projetos em que atuará como executor, coordenador ou apenas articulador, considerando as condições precárias da instituição; inexistência de instrumentos normativos internos, como regimento interno institucional; sistema de gestão institucional desestruturado; valorização do quadro funcional reduzido a zero; estrutura de veículos da
instituição, com menos de 50% em condições de uso e 80 % de veículos parados; elevado endividamento das agências locais em função dos gastos para execução das atividades afim, superando os R$ 200.000,00; pesquisa agropecuária totalmente desestruturada, com 63 projetos praticamente parados; Quadro funcional sem plano de cargos e carreiras e com renquadramento funcional extremamente
confuso e desorientado e estrutura orçamentária e financeira da instituição comprometida, em função dos compromissos institucionais, podendo comprometer os salários dos servidores.

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