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SAÚDE

Notificações por Zika têm queda de 50%; Dourados registra um caso confirmado

15 setembro 2018 - 10h15Por Gizele Almeida

Boletim epidemiológico divulgado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) de Mato Grosso do Sul mostra que os casos notificados de Zika reduziram em média 50% na comparação de 2017 e 2018. As informações foram divulgadas nesta semana. Dourados possui um caso confirmado da doença.

Conforme o boletim, em 2017 foram notificados 395 casos da doença. Em 2018, o registro até o momento é de 194 casos notificados (com dados colhidos até 12 de setembro). Com a comparação de um ano para o outro o total de casos notificados até o momento corresponde a 49.11% do total registrado em 2017.

Os casos confirmados da doença neste ano somam 42. O boletim mostra que estes estão divididos sendo 30 em Campo Grande, seis em Rio Verde de MT e Aquidauana, Aral Moreira, Dourados, Glória de Dourados, Ponta Porã e Sonora tem um registro da doença cada.

A doença começou a ser acompanhada no Estado em 2015. Em 2016, o número de casos foi o maior, sendo 342 confirmados em todo o Mato Grosso do Sul. 

No mesmo ano, o número de casos notificados chegou a 3.851 em MS. 

Com o registro atual de notificados (194), MS tem baixa incidência da doença (abaixo de 100 casos por 100.000 habitantes). 

Deste total, Campo Grande concentra 98 casos notificados da doença. Corumbá concentra o segundo maior total de notificados, sendo 18. Na sequência Três Lagoas figura com 11. Dourados possui apenas um caso notificado.

A DOENÇA 

A Febre do vírus Zika é uma doença causada por um vírus do gênero Flavivirus, família Flaviviridae, transmitida, principalmente, pelos mosquitos Ae. aegypti e Ae. albopictus. A circulação do vírus no Brasil foi confirmada laboratorialmente em abril de 2015, em amostras de pacientes do município de Camaçari, Bahia. Em maio foram confirmados casos por laboratório em Natal/RN, Sumaré e Campinas/SP, Maceió/AL e Belém/PA. Atualmente, há registro de circulação do vírus Zika em 22 Unidades Federadas do Brasil: Roraima, Rondônia, Amazonas, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Paraná.

Em maio de 2017, o Ministério da Saúde declarou o fim da ESPIN (Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional) em decorrência do vírus Zika vírus e sua associação com a microcefalia e outras alterações neurológicas.

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