Menu
Busca sábado, 06 de junho de 2020
(67) 99659-5905

Médicos são acusados de negligência

09 agosto 2002 - 07h12


A dona-de-casa Marlene Santana Carvalho, moradora na rua Clóvis Cersósimo de Sousa, 5.425, jardim Piratininga, denunciou ao Diário MS, quarta-feira passada, mau atendimento de dois médicos que atenderam seu neto M.G.S.A, de 4 anos, no Hospital Evangélico nesta semana. Tudo começou quando a criança precisou de atendimento médico no domingo passado porque reclamava de dor nas narinas. Segundo Marlene, M.G.S.A dizia que parecia ter um bicho dentro do seu nariz e que provocava dor e incômodo. Sem saber do que se tratava, a avó resolveu levar o neto ao Hospital da Mulher, onde foi atendido pelo pediatra Simbal Perroni que constatou que havia algo nas narinas do menino. Para retirar o corpo estranho, o médico precisaria de uma pinça fina, mas no momento não tinha em mãos e encaminhou a criança para o Pronto Socorro. Marlene seguiu a recomendação do médico e foi até o Hospital Evangélico. Desta vez quem atendeu M.G.S.A foi o pneumologista Antônio Carlos Monteiro. Ele examinou a criança e disse à avó que não havia encontrado nada no nariz do menino, informando que poderia ser uma carne esponjosa. Marlene voltou para casa revoltada, pois pensou que o médico deveria ter feito pelo menos uma radiografia. Segundo dona Marlene, seu neto reclamou de dor a noite toda e quase não dormiu. Na segunda-feira, levou a criança novamente ao Hospital Evangélico e com o plano de saúde que possui convênio pagou R$ 10,00 por uma consulta com o pediatra Mário Piccinini, que também examinou o menino e não encontrou nada no interior de suas narinas. Inconformada e muito preocupada com o neto, Marlene voltou para casa e resolveu examinar a criança ela mesma. Foi aí que viu que tinha alguma coisa na narina da criança. Cansada de procurar tantos médicos, pediu à vizinha que emprestasse uma pinça e resolveu tentar tirar o corpo estranho de dentro do nariz da criança. Com muito cuidado conseguiu retirar o objeto e constatou que era um lacre de lata de extrato de tomate. “Fiquei muito decepcionada com os médicos que atenderam meu neto, pois foi muita irresponsabilidade da parte deles. O Dr. Simbal foi o único que viu, mas achei estranho não ter uma pinça naquele hospital. O que mais me revoltou foi que os dois últimos médicos não se preocuparam em fazer um raio-x para examinar melhor meu neto. Nem pagando tive atendimento digno”, disse Marlene.


Deixe seu Comentário

Leia Também

CHAPADÃO DO SUL
Depois de fugir do cativeiro, professor passou noite escondido em mata
INQUÉRITO
Presidente da Fundação Palmares será investigado por suspeita de racismo
TRÊS LAGOAS
Traficante tenta se esconder embaixo da cama após batida da Polícia
TECNOLOGIA
Detran/MS explica passo a passo como obter licenciamento através de aplicativo
TRÊS LAGOAS
Homem condenado a 10 anos de prisão por estuprar criança é preso
EDUCAÇÃO
IFMS abre inscrições para cursos técnicos presenciais na terça-feira
EDUCAÇÃO
Enem 2021 pode ser suspenso por falta de recursos, alerta MEC em ofício
CAMPO GRANDE
Motorista pede para completar tanque e foge sem pagar R$ 187
LAVA JATO
PGR denuncia Arthur Lira, um dos líderes do 'Centrão', por corrupção passiva
POLÍCIA
Tenente estava a 125 km/h quando matou professora em acidente, diz perícia

Mais Lidas

PANDEMIA
Em disparada, casos de Covid-19 tem novo recorde diário e passam de 400 em Dourados
DOURADOS
Suspeito de apontar arma na cabeça de motoboy para roubar veículo é apreendido
DOURADOS
Empresário que vendeu gasolina sem imposto vê tributo mal usado no país
DOURADOS
Polícia descobre central que abastecia “bocas de fumo” e prende traficante