Menu
Busca sexta, 22 de março de 2019
(67) 9860-3221

Médicos são acusados de negligência

09 agosto 2002 - 07h12


A dona-de-casa Marlene Santana Carvalho, moradora na rua Clóvis Cersósimo de Sousa, 5.425, jardim Piratininga, denunciou ao Diário MS, quarta-feira passada, mau atendimento de dois médicos que atenderam seu neto M.G.S.A, de 4 anos, no Hospital Evangélico nesta semana. Tudo começou quando a criança precisou de atendimento médico no domingo passado porque reclamava de dor nas narinas. Segundo Marlene, M.G.S.A dizia que parecia ter um bicho dentro do seu nariz e que provocava dor e incômodo. Sem saber do que se tratava, a avó resolveu levar o neto ao Hospital da Mulher, onde foi atendido pelo pediatra Simbal Perroni que constatou que havia algo nas narinas do menino. Para retirar o corpo estranho, o médico precisaria de uma pinça fina, mas no momento não tinha em mãos e encaminhou a criança para o Pronto Socorro. Marlene seguiu a recomendação do médico e foi até o Hospital Evangélico. Desta vez quem atendeu M.G.S.A foi o pneumologista Antônio Carlos Monteiro. Ele examinou a criança e disse à avó que não havia encontrado nada no nariz do menino, informando que poderia ser uma carne esponjosa. Marlene voltou para casa revoltada, pois pensou que o médico deveria ter feito pelo menos uma radiografia. Segundo dona Marlene, seu neto reclamou de dor a noite toda e quase não dormiu. Na segunda-feira, levou a criança novamente ao Hospital Evangélico e com o plano de saúde que possui convênio pagou R$ 10,00 por uma consulta com o pediatra Mário Piccinini, que também examinou o menino e não encontrou nada no interior de suas narinas. Inconformada e muito preocupada com o neto, Marlene voltou para casa e resolveu examinar a criança ela mesma. Foi aí que viu que tinha alguma coisa na narina da criança. Cansada de procurar tantos médicos, pediu à vizinha que emprestasse uma pinça e resolveu tentar tirar o corpo estranho de dentro do nariz da criança. Com muito cuidado conseguiu retirar o objeto e constatou que era um lacre de lata de extrato de tomate. “Fiquei muito decepcionada com os médicos que atenderam meu neto, pois foi muita irresponsabilidade da parte deles. O Dr. Simbal foi o único que viu, mas achei estranho não ter uma pinça naquele hospital. O que mais me revoltou foi que os dois últimos médicos não se preocuparam em fazer um raio-x para examinar melhor meu neto. Nem pagando tive atendimento digno”, disse Marlene.


Deixe seu Comentário

Leia Também

SIDROLÂNDIA
Quadrilha que planejava crimes pelo whatsapp é desarticulada
DOURADOS
Vigilância volta a reforçar apelo no combate ao Aedes após primeira morte por dengue
PRÊMIOS
Loterias sorteiam R$ 16 milhões até amanhã
BR-463
Polícia apreende relógios, roupas e até cadeados contrabandeados
JUSTIÇA
Loja é condenada a indenizar mulher fraturada após queda de toldo
FISCALIZAÇÃO
Sistema eletrônico da Ouvidoria da Agepan é simplificado para facilitar utilização
BRASIL
Em nova visita, Marun diz que Temer está inconformado com prisão
CAARAPÓ
Abordagem termina com homem flagrado com armas e munições
MARIA DA PENHA
Viva Mulher atende, em média, 2 casos de violência por dia em Dourados
ARTIGO
Feminismo

Mais Lidas

HU
Dengue hemorrágica causa morte de menino de 11 anos em Dourados
DOURADOS
Tripla colisão deixa dois feridos em cruzamento movimentado
DOURADOS
Universitária morre no HV quatro dias após acidente de moto
RIO BRILHANTE
Dono de oficina baleado pela manhã morre no Hospital da Vida