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Médicos são acusados de negligência

09 agosto 2002 - 07h12


A dona-de-casa Marlene Santana Carvalho, moradora na rua Clóvis Cersósimo de Sousa, 5.425, jardim Piratininga, denunciou ao Diário MS, quarta-feira passada, mau atendimento de dois médicos que atenderam seu neto M.G.S.A, de 4 anos, no Hospital Evangélico nesta semana. Tudo começou quando a criança precisou de atendimento médico no domingo passado porque reclamava de dor nas narinas. Segundo Marlene, M.G.S.A dizia que parecia ter um bicho dentro do seu nariz e que provocava dor e incômodo. Sem saber do que se tratava, a avó resolveu levar o neto ao Hospital da Mulher, onde foi atendido pelo pediatra Simbal Perroni que constatou que havia algo nas narinas do menino. Para retirar o corpo estranho, o médico precisaria de uma pinça fina, mas no momento não tinha em mãos e encaminhou a criança para o Pronto Socorro. Marlene seguiu a recomendação do médico e foi até o Hospital Evangélico. Desta vez quem atendeu M.G.S.A foi o pneumologista Antônio Carlos Monteiro. Ele examinou a criança e disse à avó que não havia encontrado nada no nariz do menino, informando que poderia ser uma carne esponjosa. Marlene voltou para casa revoltada, pois pensou que o médico deveria ter feito pelo menos uma radiografia. Segundo dona Marlene, seu neto reclamou de dor a noite toda e quase não dormiu. Na segunda-feira, levou a criança novamente ao Hospital Evangélico e com o plano de saúde que possui convênio pagou R$ 10,00 por uma consulta com o pediatra Mário Piccinini, que também examinou o menino e não encontrou nada no interior de suas narinas. Inconformada e muito preocupada com o neto, Marlene voltou para casa e resolveu examinar a criança ela mesma. Foi aí que viu que tinha alguma coisa na narina da criança. Cansada de procurar tantos médicos, pediu à vizinha que emprestasse uma pinça e resolveu tentar tirar o corpo estranho de dentro do nariz da criança. Com muito cuidado conseguiu retirar o objeto e constatou que era um lacre de lata de extrato de tomate. “Fiquei muito decepcionada com os médicos que atenderam meu neto, pois foi muita irresponsabilidade da parte deles. O Dr. Simbal foi o único que viu, mas achei estranho não ter uma pinça naquele hospital. O que mais me revoltou foi que os dois últimos médicos não se preocuparam em fazer um raio-x para examinar melhor meu neto. Nem pagando tive atendimento digno”, disse Marlene.


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