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Ingresso da 4ª Noite da Viola será 1 quilo de alimento

22 agosto 2006 - 09h37

Muita música de viola com duplas renomadas da cidade e apresentações de grupos de catira de Dourados e de Itaporã prometem reunir um grande público na próxima sexta-feira, dia 25 de agosto, na 4ª edição da “Noite da Viola”. O evento que tem como objetivo valorizar e difundir a música regional sul mato-grossense, será realizado no Teatro Municipal a partir das 20 horas. Entre as atrações musicais estão as duplas Altair da Viola e Maurinho, Dito Freitas, Eduardo Viola e Pantanal, Eugênio Marques e Zé Raimundo, Grupo de Catira, Paulo César e Vanderlei, Sertanejo e Sertãozinho, Vilela e Zé Correia. Dito freita é um mestre da  viola e se apresentou na última edição da Noite da Viola. Suas composições mais conhecidas são Meu Mato Grosso do Sul, Beleza do Serão e Homenagem da Viola, que é uma catira. Paulo César e Vanderi e Sertanejo e Sertãozinho também participaram da última Noite da Viola, bem como Altair da Viola e Maurinho.Quem for assistir às apresentações da 4ª Noite da Viola além de ouvir a boa música sertaneja, também estará colaborando com as  famílias dos programas de hanseníase e tuberculose atendidas pela Secretaria de Saúde da  Prefeitura de Dourados. A entrada do evento será um quilo de alimento não  perecível.A Noite da Viola é uma realização da Funced que neste edição terá a parceria do Rotary Clube de Dourados Centenário, que será responsável pela distribuição dos alimentos às famílias  mas necessitadas que são atendidas pelo programa de tuberculose e hanseníase no Posto de Saúde tipo A.Os alimentos arrecadados serão distribuídos pelo Rotary de Dourados Centenário entre as famílias cadastradas nos programas  de Hanseníase e Tuberculose, atendidos pela Secretaria de Saúde, através do Posto Tipo A. Anualmente são desenvolvidas campanhas preventivas, onde as pessoas passam por uma minuciosa triagem para detecção das doenças.O principal  objetivo da campanha, segundo a enfermeira e coordenadora Célia Valério Motta, é  oferecer os diagnósticos,  alertar a comunidade de uma maneira geral sobre os sintomas de cada uma dessas doenças. Segundo Célia, ainda permanecem alto os casos da tuberculose e da hanseníase entre a população, por falta de informação. “Quando diagnosticado precocemente o tratamento é eficaz e evita-se a propagação”, afirma Celia. Após o diagnóstico, os pacientes passam a ser atendidos no Posto de Saúde, com acompanhamento médico, medicação. No caso da hanseníase, através de parceria com uma ONG, são confeccionados palmilhas ortopédicas e outros acessórios para facilitar o dia-a-dia dos  pacientes. 

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