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Índios preferem morrer a sair de fazenda invadida em Japorã

04 janeiro 2004 - 13h11

"Preferimos morrer todos juntos com as crianças. Vivo a gente não sai daqui", disse a índia Cunhã Kãguy, 32, à Agência Folha.Ela está na sede da fazenda Paloma, invadida pelos guaranis e caiuás.Segundo o cacique Tdju, 63, um raio atingiu na terça-feira passada o motor que puxava água do rio e do açude para a parte alta da fazenda. Tdju quer que o dono da fazenda São Jorge retire 2.600 cabeças de gado da fazenda. "Os animais podem morrer de sede", explicou.O pecuarista Pedro Fernandes afirmou "que além de invasores os índios são petulantes" por pedirem a retirada do gado. 

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