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Governo Federal aumenta volume de soja ofertada em leilões

31 julho 2006 - 12h02

O Governo Federal aumentou de 1 milhão para 1,5 milhão de toneladas o volume de soja a ser ofertado em cada um dos leilões de Pesoja (Prêmio de Equalização da Soja) e Pepro (Prêmio de Equalização ao Produtor), totalizado 3 milhões de toneladas de soja por semana. O teto de compra por produtor também foi elevado, passando de 1 mil para 4,5 mil toneladas, ou seja, 75 mil sacas de 60Kg.
De acordo com a Secretaria de Política Agrícola do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), as novas regras devem aumentar a atratividade dos pregões, que acontecem a cada semana, nas duas modalidades. As primeiras operações com os novos volumes serão na próxima sexta-feira, dia 4 de agosto.
Nos dois pregões (Pesoja e Pepro), a distribuição por estado é a seguinte: Bahia (40 mil toneladas), Distrito Federal (3 mil/ton), Goiás (128 mil/ton), Mato Grosso do Sul (89,5 mil), Maranhão (20 mil), Minas Gerais (52,5 mil), Piauí (12,5 mil), Rondônia (5 mil), Norte do Mato Grosso (860 mil), Sul do Mato Grosso (258,5 mil), Pará (5 mil) e Tocantins (16 mil). Os preços de referência variam de R$ 22,50 (60kg) a R$ 24,00, dependendo da região. Os prêmios também oscilam entre R$ 2,16 e R$ 6,00.
O quinto leilão de Pesoja, realizado pela Conab na última quarta-feira, dia 26, comercializou 345 mil toneladas do volume de 1 milhão de toneladas ofertado, ou 34,51% do total. O leilão de Pepro ocorrido na sexta-feira, dia 28, comercializou 321,4 mil toneladas, o equivalente a 32,14% do ofertado. Desde que foram lançados, em junho passado, os dois mecanismos de apoio à comercialização de soja já negociaram 4,2 milhões de toneladas, o equivalente a R$ 276,4 milhões em prêmios.
Os sojicultores pediram a flexibilização na documentação exigida e alguns ajustes operacionais para facilitar a participação nos leilões. O presidente da Conab, Jacinto Ferreira ressaltou, entretanto, a importância de manter o controle legal de todas as operações. “Pode haver novas regras, desde que se mantenham os mecanismos de controle e que os recursos públicos sejam salvaguardados”, afirmou. Ficou acertado que será feito um calendário com todos os leilões da oleaginosa que serão realizados até o final do ano.
Outra medida se refere à data de pagamento dos prêmios leiloados que poderá ser antecipada, caso haja disponibilidade dos recursos pelo Ministério da Fazenda. Nesse caso a Conab está estudando um deságio no valor do prêmio que ainda será definido.
 

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