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Gaeco nega erro em cumprimento de mandado na “Grãos de Ouro”

10 agosto 2018 - 15h20Por Da redação

A coordenadora do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), promotora Cristiane Mourão, nega que a equipe do grupo tenha se enganado ao cumprir mandado de busca e apreensão em Campo Grande. O fato foi relatado pelo advogado Marcio Almeida que informou que um casal residente na rua Sagarana, Portal do Panamá, tinha tido a casa ‘revirada’ por engano.

Conforme divulgado pelo Dourados News, relato do advogado para o Midiamax, citava que o borracheiro e a técnica de enfermagem se disseram assustados com a ação da equipe e ingressariam com pedido para restituir bens apreendidos e também ação indenizatória. 

O advogado afirmou que o casal relatou que arquivos de mídia digital foram apreendidos. 

O Campo Grande News que também relatou a informação de Marcio Almeida. Ele afirmava ainda que o “alvo” do Gaeco seria a sede da empresa Petrópolis Comércio de Cereais Ltda seria 1354, enquanto a casa fica no 1367. O advogado informou que a sede da empresa ficava ao lado da residência e foi fechada em 2015.  O imóvel onde funcionou a Petrópolis pertence ao casal, conforme o advogado, e foi alugado. 

Nesta sexta-feira (16), o Campo Grande News divulgou posicionamento da coordenadora do Gaeco. Segundo ela, a empresa informou à Receita Federal e à Sefaz (Secretaria Estadual de Fazenda) que funcionava na rua Sagarana, 1367. O alvo da investigação é empresa de fachada.

“A casa é localizada na rua Sagarana 1367, isso é a própria reportagem que está dizendo. O mandado judicial foi para rua Sagarana 1367, o endereço que nós levantamos do alvo é rua Sagarana 1367. Então, não houve erro no nosso pedido, também não teve erro na decisão do juiz e nem no mandado judicial em relação ao endereço”, afirma.

Outro apontamento de Cristiane é que o acesso ao local foi franqueado (permitido) pelo morador e acompanhado por testemunhas de fora da equipe.

Ainda de acordo com o Campo Grande News, no questionário do que é apreendido e como foi cumprido o mandado judicial, o proprietário informou que alugou o imóvel, não era parente dos locadores e o prédio foi entregue sem pendência no aluguel. O termo do cumprimento da ordem judicial não cita confusão na numeração.

Sobre o fato da ‘casa revirada’, a promotora contrapõe e diz que “as coisas são colocadas no mesmo lugar”. 

A empresa se tornou alvo por suspeita de ser “noteira”,  ou seja, fornecer notas frias num esquema que levava soja para fora do Estado sem recolher ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).
A operação “Grãos de Ouro” foi realizada em sete Estados: Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso. O cálculo inicial é de prejuízo de R$ 44 milhões aos cofres públicos do estado.

 

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